Profissionais iniciantes poderiam acreditar que a chave para a iniciação nas práticas do conceito Data Driven é mergulhar de cabeça nos dados. No entanto, neste caso, a conclusão, que parece óbvia, está equivocada. 

Na verdade, sem uma definição clara do que se deseja responder, a tentativa de utilização dos dados pode fazer com que os profissionais se percam num emaranhado de informações sem qualquer utilidade. Por isso, a admissão ao mundo Data Driven acontece em uma “porta” diferente.

O caminho de encontro a essa porta passa por perguntas alinhadas ao direcionamento estratégico de uma operação: para onde a empresa quer ir? Do que ela precisa agora? O que será preciso amanhã? A partir destas perguntas, traçam-se os objetivos operacionais. 

Aumentar o awareness sobre a marca, alavancar o volume de vendas ou começar a vender novos produtos – estes são alguns exemplos de objetivos que, mais do que auxiliar no direcionamento das estratégias e ações de uma operação, irão criar a demanda pelos dados. “Definidos os objetivos, começamos a nos perguntar: ‘como saber se eles foram atingidos?’. Então, pegamos os indicadores para medir vendas ou outros dados que nos forneçam as informações necessárias”, explica Leandro Jardim, Diretor de Marketing da Cortex.

Durante o bate-papo com o Clube Mundo do Marketing, Leandro Jardim avaliou grandes desafios impostos ao Marketing moderno e ofereceu insights sobre o impacto da inteligência de dados para as vendas B2B. Acesse a conversa clicando aqui: