Show do Material de Construção Europeu – 2ª Parte 23 de novembro de 2009

Show do Material de Construção Europeu – 2ª Parte

Publicidade

<p style="text-align: justify">Nos últimos dois anos, outro fator de grande importância que tem se observado no segmento é o crescimento das marcas próprias. Mr Bricolage, por exemplo, já trabalhava muito com elas, mas agora é impressionante o número de segmentos com marcas próprias e o espaço que elas ganharam de exposição  – chega, por exemplo, a atingir 60% no segmento de tintas da Mr Bricolage. Outra curiosidade surpreendente que detectei nessa viagem é uma rede suíça chama Coop, que é ao mesmo tempo hipermercado e home Center, ou seja, vende desde alimentos até material de construção, jardinagem, pet, eletroeletrônicos, móveis. <br /> <img alt="" style="width: 323px; height: 239px" src="/images/materias/1(4).jpg" /><img alt="" style="width: 307px; height: 238px" src="/images/materias/2.jpg" /><img alt="" style="width: 324px; height: 249px" src="/images/materias/4.jpg" /><img alt="" style="width: 306px; height: 249px" src="/images/materias/3.jpg" /></p> <p style="text-align: center"><img alt="" align="absMiddle" width="358" height="270" src="/images/materias/5.jpg" /></p> <p style="text-align: center"><em>Legumes, jardinagem, scooters, material de construção, tinta. Acredite, tudo isso é na Coop – Suíça</em></p> <p style="text-align: justify">No Brasil, uma dificuldade que as indústrias encontram é a pulverização e a informalidade do mercado varejista. Algumas lojas no Brasil não têm nem nota, nenhum estoque. Por exemplo, quando fazem uma venda, compram diretamente de um home Center, pegam seu carro e entregam no consumidor. Outra dificuldade é a quebra dos paradigmas. É um segmento que sobreviveu e vem sobrevivendo graças ao desenvolvimento nacional da construção. No entanto, muitos são ainda os donos e gestores que não têm uma formação, que não entendem verdadeiramente o merchandising e que não sabem a importância de tirar um produto de trás do balcão e botar em um self.<br /> <img alt="" style="width: 325px; height: 270px" src="/images/materias/6.jpg" /><img alt="" style="width: 317px; height: 270px" src="/images/materias/7.jpg" /></p> <p style="text-align: center"><em>A informalidade impera no Varejo brasileiro</em></p> <p style="text-align: center"><img alt="" style="width: 329px; height: 270px" src="/images/materias/8.jpg" /><img alt="" style="width: 316px; height: 270px" src="/images/materias/9.jpg" /></p> <p style="text-align: center"><em>Um bom exemplo de marca começando a informar o consumidor no Brasil</em></p> <p style="text-align: justify">Muitos comerciantes não entendem que, ao invés de ficar pedindo um desconto de dois reais para o fornecedor em um martelo (que é um produto que o consumidor só vai comprar uma ou duas vezes na vida e certamente não se importará em pagar dois reais a mais), talvez fosse mais interessante começar a perceber se o martelo está exposto ao lado de uma chave de fenda, ou de uma chave Phillips. Pois certamente o consumidor que foi à loja pensando em comprar um martelo não estava pensando em comprar essas outras ferramentas, mas quando ele as vê lembra que tem que ter em casa e leva por impulso.<br /> Esse é um segmento em que, apesar do desenvolvimento que vem tendo graças às grandes redes e aos novos varejistas, existem inúmeras oportunidades para se trabalhar no ponto-de-venda. É preciso trabalhar a inteligência, a estratégia, a impulsão neste canal. Identificar, aproveitar e criar novas oportunidades. Ainda temos muito a aprender com o segmento de material de construção europeu. Informar e desenvolver estratégias que certamente resultarão em benefícios tanto para a indústria como para o consumidor final.</p>


Publicidade