Objetivos comuns para diferentes áreas aprimoram a experiência para o usuário 29 de setembro de 2010

Objetivos comuns para diferentes áreas aprimoram a experiência para o usuário

<p class="MsoNormal">Conteúdo com início, meio e fim</p> <p class="MsoNormal"><span lang="EN-US" style=""><a href="http://twitter.com/mbloomstein" target="_blank">Margot Bloomstein, da Appropriate, Inc</a>, apresentou o painel <a href="http://www.web2expo.com/webexny2010/public/schedule/detail/15079" target="_blank">Using Content Strategy to Get What you Want</a>. </span>Margot abriu sua fala se direcionando aos designers, arquitetos da informação, project managers, especialistas em SEO e analistas de social media. E bateu forte no mantra “design e conteúdo que compartilham objetivos comuns”. Confesso que foi difícil até mesmo separar quais eram recomendações para cada um desses públicos ao longo da apresentação. Sinal de que realmente toda a lógica de produção de conteúdos é integrada e precisa envolver a todos os profissionais citados.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">Numa tradução livre, o que Margot definiu como conteúdo estratégico:<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal"><b style=""><i style="">Planejar a criação, agregação, entrega e governança de conteúdo apropriado, útil e usável em forma de experiência para o usuário.<o:p></o:p></i></b></p> <p class="MsoNormal">O que me despertou mais interesse na explanação de Ms.Bloomstein:<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal"><img height="160" border="3" align="left" width="215" src="http://www.revium.com.au/cms/wp-content/uploads/2009/09/card-sort.jpg" alt="" />- <strong>Card Sorting</strong>: fundamental saber o que o usuário quer para que a experiência de contato com a marca seja real e funcional. A aplicação <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Card_sorting" target="_blank">da técnica do card-sorting</a> tem ajudado Margot a precisar corrigir menos projetos no meio do caminho, muitas vezes depois de já lançados. Quando os clientes afirmam que isso representa “mais um custo”, ela responde que “é a certeza de menos tempo gasto em rodadas de revisão mais tarde”. <i style="">Nota mental: será que ela poderia dar um pulo no Brasil para conversar com alguns clientes?</i></p> <p class="MsoNormal"><i style=""><o:p></o:p></i></p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">- <strong>Design Para o Contexto</strong>: um site de e-commerce pode ter mais ou menos funcionalidades, depende do público. Novamente, é fundamental se saber quem está do outro lado da “tela”. Margot apresentou o exemplo de dois sites de e-commerce para o tênis Converse (All Star). O primeiro, para um público mais leigo na web e que precisa de ajuda a toda hora. Havia fotos detalhadas do produto, um “botão” com ajuda para a compra etc. <a href="http://www.converse.com/#/products/Shoes/ChuckTaylor/121095" target="_blank">No segundo, do próprio Converse</a>, um e-commerce mais moderno e direto ao ponto – como é consumidor-target do produto.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">-<span style="">  </span><strong>Para os gestores dos projetos de conteúdo online</strong>: a sugestão de se criar uma auditoria quanti<span style="">  </span>e quali a partir do que se publica. Conteúdo precisa ser renovado sempre, precisa ser acessado, precisa promover uma experiência completa. Uma tabela com indicadores básicos de quem gera qual conteúdo, com qual freqüência e os resultados foi apresentada. Agora, se ela preenche essa tabela para todos os projetos em que se envolve, é outra questão…<o:p></o:p></p> <p><img height="165" border="3" align="left" width="220" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTfJAexQTpUcvBQRHWSnzYNe0qcG_PaUIrdZAJiLT_-L1fTvVM&t=1&usg=__OmcaODnvQSbZ83H6UxexswTBQx4=" alt="" /></p> <p class="MsoNormal">- <strong>Para os adeptos da social media</strong>: função para a qual mais me interessava ouvir os aconselhamentos em princípio, não houve grandes alertas, mas uma pitada de humor.<span style="">  </span>“Posso apostar que vocês têm clientes que dizem ter alguém que redige bem no departamento de marketing. Não se preocupem, redigir não é tudo. Saber o que é estratégico para o público é mais relevante”. Dada a dica, Bloomstein lembrou que “tudo começa nos buscadores. Procurem gerar conteúdos sazonais de acordo com o que seus clientes já buscam”.</p> <p class="MsoNormal"><o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal"><br /> Veja as apresentações de Margot Bloomstein no <a href="http://www.slideshare.net/mbloomstein" target="_blank">www.slideshare.net/mbloomstein</a> <o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">Mais tarde, mais novidades sobre os painéis dessa quarta-feira no Web2.0 Expo NY.</p> <p class="MsoNormal"> </p>