<div><img alt="Chanel" width="250" height="167" align="right" src="/images/materias/chanel_atualuxo.jpg" />Que uma marca é importante para toda empresa, isso todo profissional de Marketing sabe. Mas, no segmento do Luxo, marca é essencial, aponta a Interbrand. “A marca não é ‘um’ motor do negócio, mas sim ‘o’ motor. Uma marca de Luxo é o motor de todo o negócio”, afirma Manfredi Ricca, Gerente Geral da Interbrand de Milão. Estudos da Interbrand apontam que o mercado de perfumes é o que mais deixa claro esta constatação. “Aqui a marca é essencial. Não se vende se não tiver uma grande marca estampando o produto”, aponta Ricca.</div> <div> </div> <div>P<img width="300" height="219" align="left" alt="" src="/images/materias/interbrand_atualuxo.jpg" />ara Jean Baptiste Danet, CEO da Interbrand na Europa, não há mistério para o sucesso neste segmento, pois ele deve ser o mais sofisticado do mundo. O que nem sempre acontece. Pierre Cardin perdeu o seu status de marca de Luxo quando diversificou demais o seu portfólio de produtos, fazendo um licenciamento indiscriminado. “Eles destruíram a marca”, diz Baptiste Danet.</div> <div> </div> <p>Um caso de sucesso é a Chanel. “Eles têm vestidos, perfumes e os relógios que são um sucesso”, adiciona Baptiste Danet. Por essas e outras movimentações de mercado, como a crise, o consultor da Interbrand aposta numa grande reviravolta no ranking das marcas de Luxo mais valiosas deste ano. Em 2008, Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Prada e Giorgio Armani eram as primeiras. </p> <p> </p>