O Carnaval de 2024 promete ser o Carnaval dos influencers. Isso porque os dias de folia deverão ser o plano de fundo para a criação orgânica de milhares de conteúdos digitais protagonizados por celebridades e personalidades da internet.

Mais que atuar como figuras públicas prestando um serviço a uma empresa, os influencers participam e experimentam o Carnaval de forma ativa e pessoal, e esta é uma característica bastante atrativa para marcas interessadas no poder do Marketing de Influência.

Para Alexandre Manisck, CSO da Social Talent, datas comemorativas costumam ser uma grande oportunidade de conexão. Em um momento de lazer e descontração, o consumidor tende a estar mais aberto a criar um vínculo de memória e simpatia com a marca.

O CSO avalia que, neste cenário, os influencers se transformam em catalisadores da atenção dos consumidores e desempenham um papel crucial para a consolidação de conexões entre marcas e o público.

Mas embora a ocasião festiva seja propícia à aliança entre marcas e influencers, Manisck ressalta que as parcerias não devem ser celebradas sem a observação do conjunto de regras e cuidados ideais ao Marketing de Influência.

Ele destaca que, para garantir cases de sucesso, a escolha de influenciadores deve ser estratégica e alinhada à identidade da marca. Para isso, são aspectos cruciais, além de um exercício de hiper curadoria, uma estratégia de comunicação coesa e a autenticidade em transmitir a mensagem desejada.

Neste cenário, repetem-se erros comuns, como a falta de planejamento, briefings engessados ou a realização de campanhas que buscam apenas surfar a onda sem qualquer legitimidade.

Alexandre finaliza ressaltando que o impacto dos influenciadores vai além das métricas de venda e, portanto, a falta de planejamento e autenticidade pode resultar em danos à reputação da marca.

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