Gatos: os pets do futuro Bruno Mello 2 de janeiro de 2023

Gatos: os pets do futuro

         

Pesquisa apresentada pela Royal Canin ao Clube Mundo do Marketing aponta a tendência de crescimento do segmento de felinos no Brasil

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Ano após ano, os gatos vêm conquistando o coração de novos tutores no Brasil. Em 2020, a população de felinos em território nacional chegou a 25,6 milhões; dois anos depois, a comunidade de bichanos se aproxima da marca de 30 milhões – um volume que equivale a 6% do total de pets no país.

O rápido crescimento faz com que os gatos sejam encarados como os pets do futuro. Esta tendência é um reflexo do novo perfil do tutor brasileiro: a esta nova persona, agradam algumas características específicas dos felinos. “Por serem menos dependentes, os gatos não deixam o tutor tão preso nos finais de semana ou em dias em que é preciso sair. Eles demandam menos cuidado no dia-a-dia e são bem autônomos nesse sentido”, explica Carlos Ferraz Martella, Diretor de Marketing da Royal Canin, em conversa com o Clube Mundo do Marketing.

Se engana quem pensa que os tutores de gatos são desleixados ou desinteressados na tarefa de cuidar de um bichinho. Muito pelo contrário, os catlovers – um perfil específico para esse mercado – tendem a investir, em média, R$ 205,94 por mês para oferecer aos felinos uma vida confortável. “O tutor de gato está disposto a investir não só em uma boa alimentação, mas também em bons medicamentos, acessórios, brinquedos, experiências e serviços. Este é um dos fatores que estão direcionando o crescimento desta categoria”, pontua o Diretor.

Tutores e catlovers: dois perfis diferentes
Nem todo tutor é um catlover, mas todo catlover é um tutor. De maneira geral, cerca de 70% dos tutores de gatos dão aos pets o mesmo status dado a membros humanos da família. Em 2022, 37,3% dos tutores disseram que os gatos “são como um filho para eles”, 20% afirmaram que os bichanos “são como um bebê” e 19,6% consideram os felinos membros da família, indica a pesquisa O Crescimento do Segmento de Felinos, realizada pela Royal Canin e apresentada no Clube Mundo do Marketing.

O simples fato de enxergar um felino como um bebê, no entanto, pode não ser o suficiente para que um tutor se encaixe no perfil de catlover. Segundo a pesquisa, a admissão neste seleto clube de tutores requer dos aspirantes algumas características específicas: invariavelmente, os que se encaixam neste perfil cuidam de dois ou mais gatos. Neste grupo, 55% dos respondentes afirmam que cuidar de gatos é mais fácil do que cuidar de outras espécies.

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A pesquisa indica, ainda, que 88% dos catlovers tiveram contato com outros gatos antes de se tornarem tutores, e 75% deles dividem a responsabilidade de cuidar dos bichanos com outras pessoas. Mas a característica essencial para diferenciar o perfil dos tutores é a atenção à saúde dos pets . “Os catlovers buscam mais conhecimento, são mais curiosos, e apresentam bastante entendimento durante as consultas. Esse é um ponto interessante para nós como marca: existe a demanda pelo conteúdo; como podemos interagir com esse perfil?”, reflete Martella.

Ativando a marca e levantando bandeiras
Pensando nos cuidados envolvidos na relação entre um tutor e seu felino, a Royal Canin trouxe para o Brasil a campanha “Meu Gato no Vet”, que busca conscientizar os tutores sobre a saúde e o bem-estar dos gatos e incentiva a realização de um check-up anual com um Médico-Veterinário.

Além de levantar uma importante bandeira sobre a saúde felina, a campanha é, também, uma das principais ferramentas de ativação da marca, que tem seus produtos vendidos em canais específicos, como clínicas veterinárias, no modelo B2B. “‘Meu Gato no Vet’ é uma campanha importante para a construção da marca e para levantar uma causa de awareness. Conseguimos resultados fantásticos ano após ano, e hoje essa iniciativa faz parte da rotina do segmento felino”, explica o Diretor.

Para entender as estratégias envolvidas na campanha de ativação e ter acesso a outros números da pesquisa apresentada pela Royal Canin, acesse o Clube Mundo do Marketing. Clique aqui.

*Com supervisão de Bruno Mello e Priscilla Oliveira.


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