Como o Marketing Conversacional pode aliviar dores dos consumidores mais ansiosos do mundo Bruno Mello 14 de junho de 2023

Como o Marketing Conversacional pode aliviar dores dos consumidores mais ansiosos do mundo

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Dados coletados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o Brasil é o país mais ansioso do mundo. O que isso tem a ver com Marketing? Muita coisa. Para começar, a realidade apontada pelos números indica que o brasileiro é, de maneira geral, imediatista. Isso significa, por exemplo, que os consumidores nacionais tendem a se frustrar quando não são atendidos com agilidade na tentativa de diálogo com marcas e empresas.

Outro panorama alimentado pelo imediatismo se constrói na duração da atenção do consumidor brasileiro ao navegar pela internet. Dados divulgados pela Nielsen apontam que o tempo de foco do navegante de um site gira em torno de uma média de oito segundos, o que faz com que as empresas tenham pouco tempo para captar atenção e convertê-la em lead.

Diante da urgente demanda por agilidade, cabe às empresas ir ao encontro dos consumidores para oferecer soluções. No rol das ações de Marketing que podem ser adotadas para atender os clientes em tempos ágeis, se destaca o Marketing Conversacional. “O Marketing Conversacional nada mais é do que a relação descrita por um visitante que deseja conversar com uma empresa em canais conversacionais para trocar informações”, ressalta Fabrício Toledo, CEO e cofundador da Leadster, em conversa com o Clube Mundo do Marketing.

Estabelecendo uma ponte de contato direto com o consumidor, quando bem utilizados, os canais conversacionais aliviam a busca por respostas rápidas e contribuem para o aumento das chances de conversão. “Empresas que conseguem entrar em contato e atender a um lead dentro de um minuto aumentam em 391% as chances de convertê-lo para a próxima etapa de compra”, argumenta o CEO.

Para usufruir do potencial dos canais conversacionais, no entanto, as empresas devem conhecer as dores dos clientes para dialogar sobre elas. “Precisamos falar sobre o que as pessoas têm interesse. Não é só conversar; é conversar sobre o que a pessoa está buscando e sobre o que ela tem interesse naquele momento. Por isso, o grande segredo do Marketing Conversacional é ser relevante na conversa, fazendo as perguntas que estão atreladas ao objetivo” finaliza Toledo.

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Durante o bate-papo com o Clube Mundo do Marketing, Fabrício Toledo apontou os principais pontos de interesse que fazem do Marketing Conversacional uma sólida estratégia. A eficiência das ferramentas conversacionais é endossada pelo desejo do público: afinal, 90% dos consumidores querem falar com as empresas através de mensagens.

Venha para o Clube e faça parte da conversa!

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