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ABEMD envia carta ao presidente pedindo o fim da greve dos Correios

Por | 18/07/2008

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ABEMD envia carta ao presidente pedindo o fim da greve dos Correios

A Abemd - Associação Brasileira de Marketing Direto - enviou uma carta ao Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo ajuda do governo quanto à greve dos Correios, que já dura 18 dias. A carta foi enviada em nome do presidente da entidade, Efraim Kapulski.
 
Além da presidência da República, a carta foi endereçada ao Ministério das Comunicações, da Casa Civil e à CUT (Central Única dos Trabalhadores). Nela, a Abemd ressalta os prejuízos gerados para a população e para o mercado e pela falta de sensibilidade em negociações para solucionar o problema causado pela greve.

Efraim Kapulski também salienta o perigo que os grevistas estão correndo de perder o emprego caso a população resolva substituir o serviço de entrega feito pelos Correios. Veja abaixo a carta enviada ao presidente da República.

ATT:  Excelentíssimo Presidente da República
Luiz Inácio Lula da Silva
 
Pedido de colaboração
 
Em nome de seu presidente Efraim Kapulski, a Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD), entidade que reúne mais de 400 associados, entre os quais muitas das maiores empresas do país, vem por meio desta solicitar sua ajuda no sentido de encontrar uma solução para o fim imediato da greve dos Correios.
 
Nossas manifestações de repúdio e desagravo já têm repercutido na mídia e entendemos que esse movimento passou dos limites nos prejuízos causados à população e ao mercado. Várias empresas associadas nos relatam diariamente perdas expressivas com o atraso de suas correspondências.
 
Entendemos que ambas as partes estão intransigentes e simplesmente desconsideram as necessidades da sociedade com relação ao serviço que prestam. De um lado, os Correios não tomaram as medidas cabíveis no momento exato, com um plano de contingência adequado, para evitar os atrasos nas correspondências. De outro, os grevistas não demonstram a menor sensibilidade nas negociações.
 
Esse movimento é ruim para os Correios, que começam a ver sua imagem de credibilidade arranhada junto à população e isso, em conseqüência, é um verdadeiro estímulo para que a sociedade busque substitutos para esse serviço, o que prejudica também os grevistas, porque naturalmente, com um volume menor de trabalho, os Correios tenderão a reduzir seu contingente.
 
A ABEMD acredita que as discussões podem continuar entre as partes, sem prejuízo para o serviço. E espera que sua participação possa realmente colocar fim ao impasse e estabelecer o retorno imediato à normalidade.

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