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Comportamento do Consumidor

Brasileiras antecipam tendências comportamentais globais, segundo dados da Avon

Novo estudo liderado por cientistas e especialistas da marca retrata transformações nos padrões de consumo das mulheres e aumento da confiança das consumidoras na ciência

Por Redação - 09/09/2021

Com o profundo impacto da pandemia nos diferentes aspectos sociais e econômicos da população, as adaptações do cotidiano se mantêm como uma nova forma de comportamento. Os hábitos de compra e de beleza se modificarem no mundo todo. No Brasil, as mulheres já vêm colocando em prática vários desses novos comportamentos, como a preferência por serviços digitais de compras, o interesse maior em rituais de beleza e transformações na relação com a imposição de padrões estéticos e com a própria autoestima, segundo dados de uma pesquisa feita pela Avon.

A tendência, mesmo diante do futuro cenário seguro e estável, mostra que parte das transformações sociais deve seguir como hábito. Apesar de não ser novidade no mercado de beleza, as ferramentas digitais se tornaram uma prioridade para as consumidoras de vários países. 

Cerca de 44% das entrevistadas, de acordo com o estudo global, têm dificuldade para encontrar produtos com cores equivalentes ao seu tom de pele em maquiagens e cosméticos em geral, por isso, serviços de experimentação digital em aplicativos estão em alta e muitas vezes se tornam uma experiência lúdica para o consumidor. Um case que vem para solucionar essa demanda é da própria Avon: a marca oferece filtros no Instagram criados para ajudar os clientes a experimentarem os batons das linhas Power Stay e Ultra na própria plataforma.

Leia também: Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras

Ciência na ponta

Outra tendência observada é o crescimento da confiança de consumidores em cientistas e pesquisadores. O estudo mostra que 64% das pessoas estão mais dispostas a ouvir conselhos dos especialistas, especialmente após a onda de desenvolvimento de novas vacinas para o enfrentamento à pandemia. 

Consequentemente, é esperado que a ciência em alta também impacte na escolha por produtos com eficácia comprovada em evidências científicas. Ainda, 81% das mulheres acreditam que ingredientes naturais são mais seguros para a pele, uma tendência que deve se expandir para que marcas busquem novas fórmulas e manipulações. 

Já os rituais de autocuidado continuarão a fazer parte da rotina de consumidores mesmo após reabertura de salões de beleza. A pesquisa aponta que, com as restrições sociais implementadas, houve um aumento pela preferência por produtos de tratamento em casa, como itens voltados para massagens, limpadores e itens para banho, em 2020.

Os rituais do dia a dia também são fortalecidos a partir de uma nova ótica: produtos de beleza foram apontados como a principal forma de ajuda para o alívio do estresse (64%). Já a apreciação do processo de envelhecimento também ganha destaque - duas a cada cinco mulheres de 55 anos entrevistadas já não consideram rugas e linhas finas como suas maiores inseguranças com a pele, por exemplo. 

Tendências globais já fazem parte do dia a dia das brasileiras 

Recentemente, a Avon também realizou, no Brasil, a pesquisa chamada Olha de Novo, em parceria com a empresa de consultoria Grimpa, sobre possíveis transformações nos hábitos de beleza e consumo de mulheres no país após o início da pandemia. O estudo revelou diversas semelhanças com os resultados da pesquisa global, mostrando que, para as brasileiras, essas tendências já fazem parte da sua realidade. 

Um exemplo é a própria digitalização, aspecto importante para 67% das entrevistadas da pesquisa Olha de Novo, que sinalizaram que o e-commerce se tornou o seu principal canal de compras. Outro ponto em comum entre os levantamentos é a transformação na forma como as mulheres lidam com a pressão estética: no Brasil, 80% das entrevistadas afirmaram que a autoestima se tornou uma questão de bem-estar e não de padrões, priorizando a saúde (69%) e as qualidades pessoais (24%). 

O estudo também revelou que as mulheres brasileiras, assim como as estrangeiras, também estão investindo mais em rituais de autocuidado e que essa prática também tem um papel positivo na saúde mental da maioria. Cerca de 34% das entrevistadas revelaram estar mais interessadas em produtos de cuidado com a pele e do corpo com o objetivo de cuidar mais de si mesmas. Além disso, 80% afirmaram que tais produtos foram aliados no aumento da sensação de bem-estar durante a pandemia. 

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