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5 fortes tendências para o SEO em 2019

Adotar uma estratégia de SEO se tornou imperativo. Se por um lado as empresas estão investindo em SEO para aumentar sua visibilidade, de outro correm para se manter atualizados

Por | 05/06/2019

pauta@mundodomarketing.com.br

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A internet já se consolidou como o principal lugar onde os consumidores buscam informações sobre bens e serviços. Além disso, de acordo com a empresa de inteligência de mercado Euromonitor International, a expectativa é que até 2021 o comércio eletrônico supere as vendas realizadas em lojas físicas, se tornando o maior canal de varejo global.

Com isso, cada vez mais as empresas estão descobrindo que para sobreviver nesse cenário é preciso estabelecer uma forte presença online. Porém, apenas manter um site não é o bastante para alavancar os negócios. Para conseguir aparecer nas páginas de resultados dos mecanismos de busca (SERPs), é preciso se adaptar constantemente às mudanças dos algoritmos do Google.

Por conta disso, adotar uma estratégia de SEO se tornou imperativo. Se por um lado as empresas estão investindo em SEO para aumentar sua visibilidade, de outro os profissionais correm para se manter atualizados. O Censo Agências 2019 mostrou que o aprimoramento na área é prioridade para 48% dos gestores de agências. De olho nisso, aqui estão algumas das principais estratégias de SEO que são tendência em 2019.

1-Mobile-first indexing
Antigamente, os rastreadores do Google analisavam a versão para desktop dos sites para preencher as páginas de resultado. No entanto, com a mudança para o mobile-first indexing, desde março de 2018, o buscador passou a usar a versão para celular das páginas para indexação e classificação.

Na prática, isso não quer dizer que o Google vai deixar de rastrear a versão desktop dos sites caso eles não tenham uma versão mobile. Porém, as páginas desses sites provavelmente não serão exibidas corretamente para os usuários nos dispositivos móveis (ou serão difíceis de navegar, ler e usar). E com isso deverão sofrer perdas nos rankings - se já não sofreram.

Para ser o mais compatível possível com dispositivos móveis de todos os formatos e tamanhos, o Google recomenda o uso de design responsivo. A Starbucks, por exemplo, usou o design de grade tradicional para criar um site móvel funcional que inclui um prático localizador de lojas. Também é possível pagar pelos cafés antecipadamente pelo aplicativo da empresa.

2-Integração entre dispositivos
Atualmente uma parcela cada vez maior de consumidores está adquirindo o hábito de começar sua jornada de compra em uma tela e finalizar em outra. Um dos melhores exemplos de integração entre dispositivos vem dos gigantes do iGaming, já que este é um dos setores em que a jornada do cliente é mais fragmentada. Muitas vezes, por exemplo, um usuário pode começar um jogo no seu celular indo para o trabalho e finalizar em casa no desktop durante o final de semana.

A solução? No site 888 poker os jogadores ficam simultaneamente conectados em todos os seus dispositivos, enquanto que todas suas atividades, seja no aplicativo ou plataforma online, são salvas em tempo real. Com isso, o site consegue oferecer uma experiência de jogo impecável, não importa onde o usuário estiver.

3-Marcação de dados estruturados
Com a inteligência artificial se tornando cada vez mais instrumental para o Google, os dados estruturados estão se tornando mais relevantes também. Isso porque o mecanismo de busca precisa deles para exibir os rich snippets nas SERPs. 

Portanto, a recomendação é aplicar a marcação sempre que possível. Mais que isso, é importante entender a fundo o esquema de dados, os padrões de pesquisa ativa e passiva, e a forma como eles se conectam a comportamentos que sinalizam a intenção do usuário. Ou seja, o foco na análise é muito maior por aqui.

4-Otimização com foco na intenção do usuário
Falando nisso, foi-se o tempo em que SEO significava apenas incluir palavras-chave populares nas páginas de um site. Atualmente, ele tem muito mais a ver com extrair insights dessas palavras-chave para que consiga entregar de maneira efetiva o que os usuários estão buscando.

A otimização com foco na intenção é essencial porque o futuro passa pela pesquisa por voz. Ao invés de digitar palavras-chave truncadas, o consumidor pode agora dizer claramente o que está procurando em termos de produtos, serviços e informações. E não somente nos buscadores, como também em assistente pessoais, como o Google Home e o Alexa da Amazon.

O portal Cleanipedia, da Unilever, é um bom exemplo de como as marcas podem usar a busca por voz para se conectar com os consumidores. Ao pesquisar por dicas de limpeza no Alexa, o site entrega aos usuários soluções rápidas para problemas como remoção de manchas ou lavagem de roupas. Para conseguir proporcionar isso, a companhia estruturou seu UX design de forma a dividir o conteúdo das páginas em pequenos passos, utilizando ainda marcações para decidir quais são os componentes que o Alexa deve ler.

5-Conteúdo em formato de vídeo
Dada a popularidade dos vídeos com o público online, a expectativa é que eles se tornem cada vez mais proeminentes nas buscas do Google. Por isso, a recomendação é continuar investindo na produção de vídeos interessantes e informativos. Inclusive, diversas pesquisas sugerem que vídeos têm o poder de aumentar o engajamento dos usuários em impressionantes 80% em comparação com textos simples ou clipes de áudio.

Com tanto em favor do conteúdo em formato de vídeo, o ano de 2019 possivelmente será marcado por avanços nos algoritmos dos mecanismos de pesquisa para rastrearem conteúdos audiovisuais diretamente, sem precisarem mais focar no conteúdo de texto ao seu redor.

Considerações finais
As tendências para o SEO em 2019 descritas acima exigem uma coisa importante dos profissionais da área. E isso é ter uma estratégia de SEO bem planejada para estar alinhada com todas essas inovações, de modo que consigam se adaptar à constante mudança dos algoritmos do Google. Isso permitirá que forneçam melhores resultados de pesquisa aos seus usuários e, consequentemente, consigam melhorar o seu posicionamento nas pesquisas.

*Guest Post: conteúdo de responsabilidade do anunciante.

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