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Nova lei para sacolas de supermercados no Rio de Janeiro

Acordo firmado entre representantes do setor, Ministério Público e o Instituto Estadual do Ambiente prevê substituição do plástico a partir de junho de 2019

Por | 27/03/2019

pauta@mundodomarketing.com.br

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As sacolas plásticas que, devido ao mau uso, acabam contribuindo com a poluição dos mares e oceanos em todo o mundo estão perto de serem banidas dos supermercados do Brasil e do mundo. Uma reunião realizada entre os supermercados cariocas, o Ministério Público e o Inea (Instituto Estadual do Ambiente) definirá os detalhes de uma nova lei que entrará em vigor em junho deste ano proibindo o uso de sacolas plásticas nesses pontos de venda.

Como alternativa a este material os supermercados do Rio de Janeiro terão como substituto ao plástico as sacolas reutilizáveis feitas com material biodegradável. A iniciativa vai de encontro a uma campanha feita em supermercados da Nova Zelândia, a "nude food" cujo objetivo é acabar com as embalagens de plástico para frutas, legumes e verduras nos pontos de venda.

Em tradução livre para o português a ação "Comida Nua" parte do princípio de que os itens vegetais já possuem proteção natural por meio das próprias cascas, portanto, não há necessidade de usar sacolas de plástico ou PVC para embalar esses alimentos até que chegue à mesa do consumidor.

A ação chegou também ao Brasil depois que a revista digital Green.Me estabeleceu a divulgação desta campanha em suas redes sociais usando o termo #DesnudeaFruta, inspirado em uma ação feita por ativistas da Espanha sobre consumo consciente e sustentável.

Produtores conscientes ganham selo
Outra iniciativa que já pode ser vista em supermercados do Brasil é um novo selo para alguns alimentos mostrando que foram produzidos respeitando regras de bem-estar animal. Desta forma o consumidor poderá identificar no rótulo dos produtos como ovos, por exemplo, produzidos por galinhas soltas e carnes provenientes de animais criados sem uso de hormônios em sua dieta.

O selo "Produtor do Bem" se baseia em protocolos técnicos de análise sobre o modelo brasileiro de produção, onde o consumidor terá a garantia de produção ética respeitando o bem-estar animal. Além disso a proposta do selo é conscientizar a população sobre as formas humanitárias de criação de animais para o abate.

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