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Youtube mira no streaming e apresenta Youtube Music e Youtube Premium

Versão de música chega para concorrer com plataformas como Spotify e Deezer com diferencial em Inteligência Artificial. Já O Premium substitui o Youtube Red

Por | 26/09/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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O Google apresentou nesta terça, dia 25, dois novos serviços de assinatura no Brasil. O primeiro deles é o YouTube Music Premium, um concorrente do Spotify, que permite ouvir todas as músicas da plataforma, incluindo remixes e apresentações ao vivo, sem a interrupção de anúncios e com a possibilidade de ouvir também no modo off-line. Ele também permite tocar as canções em segundo plano no iPhone e Android.

A segunda novidade é o YouTube Premium, que antes era conhecido como YouTube Red. Ele permite baixar qualquer vídeo para assistir offline, removendo as propagandas. Os dois já estão disponíveis. O YouTube Music Premium custa R$ 16,90 mensais no plano individual; os três primeiros meses são gratuitos. Há também o plano família, que pode ser usado por até seis pessoas da mesma família; são R$ 25,50 mensais, e o primeiro mês é grátis.

Já o YouTube Premium custa R$ 20,90 mensais, também com três meses gratuitos. A opção familiar de R$ 31,90 mensais para compartilhar entre até seis pessoas na mesma casa. O pagamento é feito através de cartão de crédito ou vale-presente do Google Play.

Estratégia
O YouTube Music, que já funciona em 21 países, chega para concorrer com plataformas como Spotify e Deezer. Para se diferenciar, o Google aposta em sugestões mais personalizadas ao usuário e busca encurtar a distância entre artistas e a plataforma. Todo o conteúdo cadastrado por usuários no YouTube estará disponível no catálogo em áudio e vídeo. Isso inclui gravações originais, remixes, covers e performances ao vivo - um grande diferencial dos seus concorrentes, já que para incluir uma música no Spotify ou Apple Music, por exemplo, é preciso estar ligado a um distribuidor.

Como o YouTube é uma plataforma colaborativa, ele elimina a necessidade de mediação de gravadoras ou agregadores de música, empresas ou associações que fazem a ponte entre artistas e aplicativos de streaming. No YouTube Music, o artista precisará ser associado a um agregador ou parceiro direto do Google para receber sua parcela do rendimento de assinaturas do serviço. Já os repasses por publicidade seguirão o modelo já usado para vídeos do serviço original, sem exigência de mediador.

A principal novidade é o uso de dados das contas do usuário no Google para criar sugestões personalizadas por meio de inteligência artificial. Por meio da localização, por exemplo, o aplicativo pode onde o ouvinte está e oferecer canções relacionadas - se no trabalho, músicas para concentração, se na academia, versões mais animadas para malhar.

Leia também: Era da Conveniência. Mudanças, oportunidades e ameaças - estudo exclusivo para assinantes do Mundo do Marketing Inteligência.

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