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Número de investimentos em insurtech sobem

Consumidores não terão acesso a esses benefícios até que as seguradoras repensem suas estratégias de inovação. Pesquisa aponta evolução nas principais regiões do mundo

Por | 15/08/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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Os investimentos globais no setor de tecnologia de seguros (insurtech) tiveram um crescimento significativo em 2017, com a Europa se firmando como novo polo fora dos EUA, revela estudo da Accenture. De acordo com o relatório, o número de negociações em insurtech aumentou 39% no mundo todo em 2017, com valor total de contratos 32% maior, chegando a US$ 2,3 bilhões.

A pesquisa, que inclui análises de dados das negociações na área de insurtech ao longo do último ano pela CB Insights, faz parte do estudo da Accenture chamado "Inovação destemida: Insurtechs como catalisadores da mudança no setor de Seguros". A América do Norte ainda lidera o setor quando se trata de valor total e número de contratos - responsável por US$ 1,24 bilhões ou 46% das negociações do ano passado - mas esse número cresceu apenas 6% em 2017.

Por outro lado, o número de contratos aumentou 118% na Europa, o que corresponde a um terço de todos os contratos em insurtech do mundo, e o valor total aumentou impressionantes 385%, chegando a US$ 679 milhões. A região Ásia-Pacífico viu um aumento significativo em financiamentos, com crescimento de 169% no valor dos contratos, que chegou a USD 385 milhões, e crescimento de 27% no número de negócios.

Apesar das incertezas em relação à decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, a nação segue crescendo como a capital europeia de insurtech, com 41 acordos em 2017, o que representa um crescimento total de 117% ao longo dos últimos dois anos. O valor das transações cresceu enormemente em 2017, com US$ 364 milhões investidos nas insurtechs baseadas no Reino Unido, comparado a US$ 19 milhões no ano anterior.

O principal argumento do estudo é que insurtech deveria servir como catalisador da inovação no setor de seguros, mas seguradoras tradicionais precisam reconhecer que a colaboração com as start-ups em insurtech é apenas uma parte desse processo. Por fim, a inovação precisa se tornar intrínseca a todas as empresas.

O estudo aponta que os segmentos patrimoniais e de acidentes foram os mais populares para investimentos em insurtech ao longo de 2017, respondendo a 42% dos investimentos globais, seguidos por seguros multilinha (26%) e saúde (18%). Os seguros pessoais foram responsáveis por mais de dois terços (68%) dos investimentos insurtech, com linhas comerciais e de aplicação mista respondendo por 26% e 6%, respectivamente.

Do ponto de vista da cadeia de valor, marketing e distribuição lideraram em todas as áreas em termos de investimento insurtech, chegando a mais da metade (53%) dos negócios globais. Isso fica ainda mais claro com o número de start-ups mirando experiências de vendas e distribuição concisas e baseadas em aplicativos, bem como as que melhoraram a jornada de pedidos de clientes por meio do envio de fotos de evidências e informações de perda via chatbot.

A pesquisa também mostra que as seguradoras tradicionais estão correndo atrás de empresas de tecnologia emergentes, com um aumento de 63% na participação dessas seguradoras em investimentos de venture capital ao longo dos últimos cinco anos. Os setores mais comuns para esse tipo de investimento foram os de saúde e saúde digital (14%), IoT (13%) e big data e analytics (9%).

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