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A ciência por trás das apresentações

Em um mundo dominado por smartphones, o amplo acesso ao Wi-Fi e a sobrecarga de informações, capturar a atenção do público sem distraí-lo, não é uma tarefa fácil

Por | 09/07/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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Apresentações orais, clássicas ou de conversação, qual destes modelos capta a atenção do seu público? De acordo com um estudo da Universidade de Harvard, as apresentações de conversação são mais organizadas, cativantes, persuasivas e eficazes. Mas porque isso ocorre? A ciência tem a resposta.

Diferentes estudos mostram que nosso cérebro está programado para assimilar certos conteúdos. Assim, entre 80 e 90% da informação que chega aos nossos processos cerebrais é feita através dos olhos, e quase dois terços da atividade elétrica do cérebro é dedicada à visão quando os olhos estão abertos, de acordo com a The Thinking Foundation. Além disso, o cérebro humano leva apenas cerca de um quarto de segundo para processar e associar um significado a um símbolo, e ainda leva uma média de seis segundos para ler 20-25 palavras.

A isso somamos ao fato de que as pessoas se identificam com as histórias. Segundo The Scientific American, as histórias pessoais são responsáveis ​​por 65% das nossas conversas, um fato que está enraizado na maneira como as histórias envolvem nosso cérebro. E as conversas ajudam a "sincronizar" nosso cérebro, isto é, quando temos uma conversa com alguém, nossa atividade cerebral começa a refletir a deles, em um processo conhecido como acoplamento neuronal, de acordo com a Universidade de Princeton.

Considerando esses processos, é fácil entender que as apresentações visuais e de conversação têm um gancho maior para o público. Mas como posso criar apresentações mais atraentes, memoráveis ​​e persuasivas?

Seja o centro das atenções para o público

Em um mundo dominado por smartphones, o amplo acesso ao Wi-Fi e a sobrecarga de informações, capturar a atenção do público sem distraí-lo, não é uma tarefa fácil.

Para conseguir isso, é necessário usar mais imagens do que palavras, o que nos ajudará a focar, como a The Thinking Foundation sugeriu; os olhos daqueles que nos ouvem em nossa apresentação. Da mesma forma, como vimos que as histórias atingem mais pessoas do que dados, o ideal é criar uma narrativa com a qual você possa gerar essa conexão emocional com o público e, assim, ter um impacto maior. Recorrer a relações espaciais (3D) dentro da apresentação também é um bom truque que ajuda o público a lembrar o que estamos dizendo; e, finalmente, que o conteúdo interativo é um plus nas apresentações e sempre desperta mais interesse do que um conteúdo plano.

Logo, segundo o estudo de Harvard mencionado acima, e justificado pelas teorias científicas, apresentações interativas e conversacionais são mais eficazes, têm mais engajamento, são mais divertidas e mais dinâmicas que as tradicionais e, portanto, têm um efeito mais poderoso sobre o público.

De acordo com as pessoas que participaram da pesquisa, esses tipos de apresentações são capazes de mostrar melhor a relação entre as ideias, além de serem mais bem organizadas e oferecer uma visão global mais visível do que se quer transmitir.

Portanto, a fim de captar a atenção de nosso público, é importante considerar uma nova forma de apresentação que tenha um foco mais visual e interativo, com o qual alcançaremos mais eco, motivaremos mais quem está nos ouvindo e será mais facilmente lembrado. A forma como o nosso cérebro funciona desempenha a nosso favor e temos de saber como tirar proveito disso.

Por: Paloma Benito

Gerente de Marketing do Prezi para América Latina


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