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Carros elétricos: uma tendência, múltiplos desafios

Apesar do potencial ser enorme por unir tendências ambientais e de consumo, setor automobilístico precisa inovar mais para atingir metas. Veículo é tido como premium no Brasil

Por | 30/01/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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Até 2030, o estoque global de carros elétricos deve atingir 140 milhões - 10% da frota total de veículos leves de passageiros, segundo estudo da FGV Energia/Accenture sobre esse tipo de automóvel. A fim de atingir essas metas, é necessário que ocorra um crescimento substancial do mercado para desenvolver ainda mais o atual estoque de 1,26 milhão de carros elétricos, bem como a rápida implantação de outros tipos de veículos elétricos pelo mundo.

Hoje em dia, o consumidor está cada vez mais participando ativamente na maneira como sua energia é gerada e consumida. Em um mundo no qual esse consumidor de energia passa a ser um prosumer - aquela pessoa que, além de consumir energia da rede, a produz por geração distribuída -, os carros e veículos elétricos se tornam um recurso inteligente para melhor utilização da energia.

Países como Noruega, Alemanha e Índia querem acabar com combustíveis fósseis até 2030. Essas metas são vistas com ceticismo - principalmente no caso da Alemanha, país com uma forte indústria automotiva, mas também indicam que formuladores de políticas públicas estão cada vez mais considerando um futuro de baixo carbono no setor de transportes. Além do meio ambiente, outra vantagem é a possibilidade de utilização da sua bateria como recurso energético distribuído.

Análise nacional
No Brasil, contudo, essa realidade está um pouco mais distante, sejam por questões tecnológicas, seja por termos um pace diferente do resto do mundo em relação à redução de emissões. Ainda assim, dado que, eventualmente, essa tecnologia terá potencial para ser adotada no país, o momento é propício para iniciarmos a discussão a respeito da sua inserção e seus impactos sobre os setores energético, ambiental e automotivo brasileiros.

A pesquisa da Accenture levantou ainda que os carros elétricos no mercado brasileiro ainda são produtos ao alcance apenas das classes A e B. Mesmo veículos que, no contexto mundial, não são classificados em categorias premium, chegam ao país em uma faixa de preços que não compete com os modelos populares à combustão interna devido aos custos de fabricação ainda elevados e valores associados à logística e importação.

Desde 2015 já existem subsídios para a importação equivalente a 100% de isenção de Imposto de importação para modelos totalmente elétricos com autonomia de pelo menos 80 quilômetros, além de alíquota de 0% a 7%, de um total de 35%, para os modelos híbridos conforme porte e eficiência.

O mercado nacional atual ainda apresenta baixa variedade de modelos dados os volumes praticados. Os impactos diretos e indiretos da expansão da mobilidade elétrica no Brasil merecem atenção e exigirão esforços das montadoras para que o consumo desse tipo de veículo seja massificado. Ações em conjunto com outros setores da indústria podem facilitar a adesão a esse bem.

Leia a pesquisa completa sobre Cenários e desafios para implantação de veículos elétricos no Brasil, feita em parceria com a FGV Energia - conteúdo para assinantes.





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