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Crise e competitividade impõem desafios à indústria de embalagens

Setor registra crescimento de 2,54%, no segundo trimestre de 2016, em comparação com a média dos três meses anteriores, segundo Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV

Por | 21/10/2016

roberta.moraes@mundodomarketing.com.br

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De maneira simples ou rebuscada todo produto conta com uma embalagem. Muito além de proteger o conteúdo, o invólucro é um importante canal de comunicação e relacionamento entre marca e consumidor, o que traz muitas possibilidades para o setor. Após período de desaceleração por conta da recessão econômica - depois de uma década de muito investimento - a indústria volta a crescer e tem projeções de melhora para os próximos meses.

Após seis períodos de quedas consecutivas, a indústria de embalagem registrou crescimento de 2,54%, no segundo trimestre de 2016, em comparação com a média dos três meses anteriores, na série com ajuste sazonal. O dado é do Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV "Retrospectiva do Primeiro Semestre e Perspectivas para o Fechamento de 2016".

Com valor bruto de fabricação previsto para o ano na casa de R$ 60,6 bilhões, o setor apresentou recuo de 5.1% na produção física da embalagem no primeiro semestre de 2016. Na segunda metade do ano, a variação não deverá ser tão negativa, chegando a -0,2%, permitindo assim, que o setor termine 2016 com uma queda de 2,6% na produção física e com perspectivas melhores para o ano seguinte, segundo o levantamento. Com volume total de US$ 247,301, as exportações tiveram recuo de 7,86%.

Diferencial competitivo
Em um período em que as compras estão cada vez mais enxutas, com o consumidor pesquisando mais antes de comprar, buscando mais informações sobre cada item no carrinho, a embalagem ganha força como diferencial competitivo. A presença na gôndola faz diferença e a roupagem pode ser determinante. Em um ambiente cada vez mais disputado, pensar nas embalagens de maneira estratégica é uma saída para agregar valor. Além de reforçar a identidade própria da marca, a embalagem deve transmitir uma mensagem clara e gerar relevância para quem está adquirindo o produto.

Justamente por conta destes importantes atributos, alguns autores consideram o P de package o quinto P do tradicional composto de Marketing. Outros afirmam que ela é a mídia do futuro. Para apresentar novidades e surpreender o consumidor no contato com o produto, a indústria brasileira conta com empresas altamente tecnológicas capazes de dar qualquer formato para materiais como papelão e vidro. É a força do design ressignificando o setor.

Para algumas marcas, a embalagem ganha força e se transforma em ícones. Este é o caso da Coca-Cola e sua garrafa de vidro Countour. Há 100 anos o frasco é o grande parceiro do refrigerante e ganhou até coleção especial em 2015 para apresentar sua evolução. No pack colecionável estavam réplicas perfeitas dos modelos que foram comercializados em 1899, 1900, 1905, 1913, 1915 e 1923. Na versão Light, a Coca-Cola conseguiu gerar interesse dos consumidores ao colocar nomes próprios e mensagens nos invólucros. No início deste ano, a companhia unificou a identidade visual de suas marcas em uma ação global e unificou as embalagens.

Veja mais sobre os desafios e oportunidades na indústria de embalagens, em estudo no Mundo do Marketing Inteligência. 

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