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Marcas esportivas deixam de lucrar R$ 1,6 bi por causa da pirataria

Levantamento do Ibope encomendado pela Associação pela Indústria e Comércio Esportivo mostra que 23% dos tênis esportivos comprados entre maio de 2014 e 2015 não eram originais

Por | 13/10/2015

roberta.moraes@mundodomarketing.com.br

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As empresas de material esportivo deixaram de vender no último ano R$ 1,6 bilhão no Brasil por conta da pirataria. O dado é pesquisa realizada pelo IBOPE, encomendada pela Associação pela Indústria e Comércio Esportivo (Ápice). Segundo o levantamento realizado de maio de 2014 a maio de 2015, no Brasil foram adquiridos pela população, quase 19 milhões de pares de tênis esportivos considerados não-originais, montante que representa 23% da produção nacional nesse segmento. A estimativa é que o governo federal deixou de arrecadar R$637 milhões com a comercialização de produtos esportivos ilegais. 

O levantamento mostra que foram adquiridos 80.607.525 pares de tênis esportivos. Destes, 61.672.871 foram originais (77%) e 18.934.654 não originais (23%). O valor médio gasto declarado com um par de tênis esportivo foi de R$332,90, sendo que o original foi de R$376,00 e não original R$146,60. A pesquisa ouviu 2002 entrevistados, em todo o país, com pessoas das classes A, B, C, D, e E, entre homens e mulheres com 16 anos ou mais.

A Ápice representa as empresas Adidas, Asics, Alpargatas, Nike, Oakley, Puma, Specialized, Skechers e Under Armour.

Ibope, Ápice, Esporte, Pirataria





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