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Varejo paulista fecha primeiro semestre em queda de 3,7%

Levantamento da FecomercioSP aponta que comércio perdeu cerca de R$ 10 bilhões em vendas em comparação com o mesmo período do ano passado, que também teve desempenho ruim

Por | 14/09/2015

roberta.moraes@mundodomarketing.com.br

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O faturamento do comércio varejista do Estado de São Paulo registrou queda de 3,7% nos seis primeiros meses de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado. O índice representa redução de R$ 9,8 bilhões. Os dados são muito preocupantes, uma vez que se comparam com um dos piores períodos do varejo nacional que foi o mês de junho de 2014, quando aconteceu a Copa do Mundo no Brasil. As vendas ainda menores evidenciam a dimensão da profundidade da crise do setor e da retração do consumo das famílias no estado de São Paulo.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz). O ritmo de desaceleração também foi percebido no comparativo mensal, a receita total do comércio também se manteve em ritmo de retração e recuou 3,7% em junho, atingindo R$ 41,4 bilhões, resultado R$ 1,6 bilhão menor em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Das nove atividades pesquisadas, cinco mostraram queda do faturamento real em junho, sendo que as maiores retrações foram registradas nos segmentos de Lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-29,7%); Lojas de móveis e decoração (-6,3%); e Lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6,2%), que, somados, pressionaram negativamente o resultado geral com 3,9 pontos porcentuais. Já nas vendas acumuladas no semestre os setores ligados à comercialização de bens duráveis recuaram acima de dois dígitos: Eletrodomésticos, eletrônicos e Lojas de departamentos (-14,5%); Concessionárias de veículos (-13,6%); e Lojas de móveis e decoração (-12,9%).  

Mesmo não sendo suficientes para impedir a queda anual do varejo, os setores de Farmácias e perfumarias (7,1%) e Lojas de autopeças e acessórios (7,9%) contribuíram com 0,6 pontos percentuais na variação total. O setor de Supermercados também apresentou alta de 1,4% e colaborou com 0,4 pontos percentuais. No semestre, apenas os segmentos de Supermercados (1,7%) e Farmácias e perfumarias (4,6%) apresentaram alta das vendas. 

Crise, Varejo, Fecomercio

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