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Brasileiros são os mais engajados com as marcas nas redes sociais

Quatro entre 10 internautas afirmam usar o canal para recomendar uma empresa para amigos ou parentes. Dado é da SurveyMonkey que analisou o comportamento dos usuários em 11 países

Por | 03/09/2015

roberta.moraes@mundodomarketing.com.br

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Os brasileiros estão entre os povos mais engajados em indicar um produto ou serviço na internet. Entre os usuários de redes sociais no país, 42% declaram usar esses canais para recomendar uma marca a amigos ou parentes. O dado é da SurveyMonkey que realizou pesquisa em 11 países para entender as motivações que levam as pessoas a serem engajadas ou não em promover ou denegrir uma marca junto as outras pessoas de seu círculo social. O levantamento foi realizado com mais de 5.500 internautas na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Japão e Reino Unido.

Perfis identificados no estudo como "promotores", se encontram em sua maioria em países emergentes (além do Brasil, acima citado, aparecem respectivamente no ranking Índia, com 33%, e China, com 25%). O Japão é onde menos internautas declaram hastear bandeira em defesa de uma marca, com apenas 1% dos indivíduos declarando fazê-lo.Na média geral, apenas 19% dos entrevistados declara pertencer a este grupo de promotores.

O Brasil tem destaque também em relação aos países onde os internautas mais seguem marcas nas redes sociais, ou seja, cujos indivíduos apoiam serviços ou produtos de empresas com curtidas e comentários, atrás apenas da China. O estudo revelou que 94% dos brasileiros declaram seguir alguma marca, enquanto os chineses, são 96%. Logo atrás, aparecem países como Índia (93%), Indonésia (91%) e Alemanha (84%).

Na média global, uma parcela de 84% dos respondentes declaram seguir alguma empresa. Entre este grupo, 63% querem em grande parte expressar sua satisfação por uma marca e 79% dizem que elas respondem seus comentários, estando a Indonésia à frente deste ranking (90%), seguida por Índia (87%) e Brasil (81%). Por outro lado, franceses (34%), americanos (28%) e japoneses (27%) dizem que páginas dessas corporações não respondem seus comentários.

Já o grupo identificado no estudo como "compartilhadores" é mais engajado do que o de seguidores, mas falha em recomendar. Enquanto "curtir" e "seguir" são importantes, as marcas estão começando a prestar mais atenção aos compartilhadores sociais, aqueles que não apenas seguem uma marca, mas vão além, replicando ativamente a sua experiência em mídias sociais.

Em cada 10 respondentes, seis declaram que compartilham conteúdos de marcas. O perfil desse público é de pessoas super conectadas nas redes sociais: em um dia normal, quase todos entram no Facebook (84%), metade visita o YouTube (51%) e 40% acessam o Twitter. 91% se declaram propensos a seguir uma marca e 69% o fazem para saber sobre produtos, ofertas e novidades. No entanto, 71% usam as redes sociais para falar de suas experiências ruins com as marcas. O Brasil lidera o ranking dos que compartilham este tipo de experiências, com 78% dos internautas afirmando fazê-lo, seguido por Reino Unido (77%), Austrália (76%), Canadá (73%) e Indonésia (72%).

Os brasileiros estão também no topo do ranking dos que mais publicam experiências positivas (95%), atrás apenas dos chineses (97%) e dos indianos (96%), mas à frente dos indonésios (94%) e dos japoneses (93%). 

Redes Sociais, SurveyMonkey, Internet, Recomendação





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