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Brasileiro confia mais em marcas globais

Expectativa básica é por qualidade ou ações ambientais. Apesar disso, posição da população é passiva, buscando experimentação em referências por meio da internet

Por | 13/08/2015

priscilla@mundodomarketing.com.br

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Apesar do brasileiro se sentir um cidadão globalizado, ele vive essa sensação mais como um agente de consumo de conteúdo ou de produtos. Cerca de 58% confiam mais em itens e serviços vindos de fora do país. Essa receptividade, no entanto, não permite que as marcas se tornem acomodadas no Brasil. Mais da metade (60,2%) esperam basicamente produtos e serviços de qualidade, enquanto 40,2% esperam que a empresa apoie atividades responsáveis em relação ao meio ambiente. Além disso, 36% se importam com o fato de a marca ser aberta e transparente sobre suas atividades e iniciativas.

A população brasileira aprecia companhias embutidas de missões maiores do que a venda, tanto que 71% deles acreditam que as marcas globais podem ter um impacto positivo no mundo. Os dados foram identificados na pesquisa "A Verdade sobre as Marcas Globais", realizada em 29 países pela rede McCann e cujo resultado referente ao mercado brasileiro foi lançado esta semana.

O levantamento aponta ainda um contraponto em que mostra que essa nacionalidade é uma das que menos viaja ao exterior (63,5% nunca saíram de sua pátria) e quase não fala um segundo idioma (apenas 22% declararam-se fluentes em outra língua). Isso ocorre por eles mesmos se identificarem como "globalizados de sofá" (61%), ou seja, aqueles que experimentam referências de outras culturas por meio de pesquisas na internet (92,8%), de filmes (88,1%), livros (86,8%), redes compartilhadas (86,2%) e programas de TV (85%).

Esse perfil passivo oferece oportunidades para empresas influenciadoras, principalmente se forem de categorias com maior predisposição de experimentação, como tecnologia (81%) e automóveis (61%), em que a procedência internacional é mais relevante. Por outro lado, serviços financeiros (92%), seguros (88%) e alimentação (78%) favorecem as marcas nacionais.

McCann, Marcas Globais, Globalização





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