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Gastos dos brasileiros crescerão 37% em cinco anos

Mesmo com crise econômica, algumas categorias devem se sair bem, como Beleza e Cuidados Pessoais e Itens para Cuidados da Casa. Lazer e bebidas não alcóolicas terão menor aumento

Por | 10/06/2015

priscilla@mundodomarketing.com.br

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Avaliado em R$ 3,29 trilhões em 2014, os gastos dos consumidores brasileiros deverão crescer 37%, entre 2014 e 2019, atingindo os R$ 4,50 trilhões. Ainda assim, algumas categorias de consumo devem se sair bem nos próximos anos, apesar do Brasil passar por uma crise econômica, como aponta o recém-lançado relatório da Mintel, Estilos de Vida do Consumidor Brasileiro, que cobre todos os setores de consumo do país.

Mesmo com a atual situação da economia, algumas áreas apresentarão melhores desempenhos que outras. A pesquisa aponta que Beleza e Cuidados Pessoais, e Itens para Cuidados da Casa são alguns dos setores que devem ter um crescimento consistente nos próximos anos. Essas categorias terão boas projeções de crescimento até 2019 mesmo que numa escala menor do que no passado e que o consumidor esteja optando por produtos mais simples e básicos.

Nos próximos quatro anos, o mercado de Cuidados Pessoais deve continuar a crescer, mas com taxas moderadas, quando comparadas com números dos últimos anos, com média anual de 10,2%, atingindo os R$ 107,30 bi em 2019, contra um crescimento anual de 13% entre 2010 e 2014. Esse crescimento menor é causado principalmente pela alta da inflação, dos impostos, desaceleração do crédito e renda. No entanto, a categoria de cosméticos mostra o maior crescimento (63%) quando comparada com outras área de consumo. Isso deve ao fato de produtos como esmaltes e batons serem mais baratos e considerados como um agrado.

Já os itens para a casa devem ganhar um incremento de 42% até 2019, passando de R$ 22 bilhões para R$ 32,20 bilhões nos próximos anos. A questão cultural de manter a casa limpa faz com que a categoria se mantenha aquecida, ainda que o consumidor possa trocar marcas tradicionais por mais baratas.

O consumo de alimentos dentro de casa deve aumentar, especialmente devido a maior demanda por alimentos saudáveis e inflação. A previsão para esse setor é que ele atinja R$ 388,5 bilhões em 2019. Já o consumo de bebidas alcóolicas fora do ambiente doméstico é um pouco maior do que a venda no varejo. A Mintel prevê que a categoria alcance um valor estimado de R$ 71,2 bilhões em 2019, um crescimento de 37% em relação a 2014 (e um pouco maior em comparação ao consumo em casa, que tem previsão de crescer 22%).

A expectativa é de que as Olimpíadas ajudem a impulsionar as vendas de cervejas e destilados durante o inverno. A tendência de produtos premium cresce em todos os segmentos de alcoólicos, impulsionando as vendas em valor da categoria. Por sinal, os rótulos especiais foram consumidos por 19% dos entrevistados entre o final de 2013 e início de 2014. Enquanto isso, os itens não alcóolicos foram estimados em R$60 bilhões em 2014, devendo atingir R$ 75,7 bilhões em quatro anos. O mercado de refrigerantes sofreu uma retração de volume entre 2011 e 2013 por não se beneficiar de uma imagem de bebida saudável.

Na área de Tecnologia e Comunicação, o relatório prevê que o Brasil chegará a um valor estimado de R$ 163,8 bilhões em 2019, um crescimento de 22% em relação a 2015. Em relação a roupas e acessórios, o aumento será menor que em anos anteriores, cerca de 5% em 2015 em comparação à média anual de 7% de crescimento entre 2011 e 2014. Por outro lado, a previsão para produtos farmacêuticos é positiva.

Em 2014, o mercado de medicamentos isentos de prescrição médica e produtos farmacêuticos atingiu R$ 85,3 bilhões. Para os próximos cinco anos espera-se um crescimento progressivo, com uma média anual de alta em torno de 6,3%. A categoria deve chegar a R$ 115,8 bilhões no final da década.  Esse crescimento deve se dar principalmente pelas contínuas fusões, aquisições e aberturas de novos pontos de venda que movimentam e aquecem o mercado.

Mintel, Relatório de consumo, Consumo

 

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