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Corrupção no Marketing volta à tona com escândalo na FIFA

Empresário brasileiro da Traffic, de Marketing esportivo, confessa crimes de extorsão, fraude e lavagem de dinheiro e aceita delação premiada, em investigação do FBI

Por | 27/05/2015

renata.leite@mundodomarketing.com.br

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Após o escândalo da operação Lava Jato, o Marketing volta a estampar as páginas policiais com mais um escândalo de desvio de dinheiro, desta vez em investigação do FBI em relação aos negócios envolvendo dirigentes esportivos ao redor do mundo. O acontecimento volta a jogar luz sobre como a corrupção faz parte da rotina de empresas, especialmente em ações de comunicação. Um dos réus, desta vez, é o empresário brasileiro José Hawilla, Proprietário da Traffic, de Marketing esportivo, que não só confessou crimes como negociou a delação premiada à Justiça americana.

Segundo o site Máquina do Esporte, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou que, ao ser procurado em dezembro do ano passado, o executivo aceitou as acusações de extorsão, fraude e lavagem de dinheiro. Hawilla negociou, então, o pagamento de US$ 151 milhões, com entrega imediata de US$ 25 milhões. A Traffic Sports International e a Traffic Sports USA, do grupo, também são rés confessas.

Hawilla está em liberdade, mas usando uma tornozeleira eletrônica por determinação da Justiça americana, segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja. Outro brasileiro acusado é José Maria Marin, Ex-Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele e outros dirigentes esportivos foram presos, na manhã desta quarta-feira, nos Estados Unidos, onde o grupo estava reunido em um evento da FIFA.

As acusações são de pagamento de propinas em negociações comerciais de campeonatos da Concacaf, federação de futebol da América Central e Caribe, e da Conmebol, federação do esporte na América do Sul, com destaque para a venda de direitos de televisão e patrocínios. Há ainda suspeitas envolvendo a escolha das sedes da Copa do Mundo em 2018, na Rússia, e 2022, no Catar.

Corrupção, FIFA, Traffic, CBF

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