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Crise: redes de franquia criam modelos de negócio econômicos

Empresas estão preocupados em atrair empreendedores mesmo com a situação econômica desfavorável. Saída é baixar taxas e custos com investimento em infraestrutura

Por | 22/04/2015

renata.leite@mundodomarketing.com.br

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A situação econômica desfavorável vem exigindo criatividade dos empresários para aumentar o faturamento. No setor de franchising, além da preocupação em manter a demanda do consumidor final aquecida, é preciso ainda pensar em ofertas que continuem atraindo empreendedores interessados em operar uma nova unidade do negócio. A saída encontrada por algumas redes tem sido oferecer modelos mais enxutos.

Em vez dos shopping centers, os pontos menores e em locais alternativos vêm sendo favorecidos, por conta dos custos mais baixos. Depois de 30 anos atuando no mercado, a Patroni optou por formatar a versão Patroni Expresso. Desde novembro de 2014, a opção está disponível, demandando um investimento inicial de R$ 150 mil, ante os R$ 400 mil necessários para a implantação de uma loja Patroni Classic, destinada ao público das classes C e D, ou R$ 450 mil para a loja Patroni Premium, às classes A e B.

As áreas no foco da rede para o novo modelo são aquelas com grande circulação de pessoas, mas fora de shopping centers, como ruas, estádios de futebol, estações de metrô, centros empresariais, casas de show, entre outros. O cardápio do restaurante inclui pizzas, cachorro quente, lanches na ciabatta, coxinha, pão de queijo, sorvetes, café, sucos e refrigerantes.

Taxas atrativas
Estratégia semelhante está sendo adotada pela Hope Lingerie que, com 50 anos no mercado brasileiro, está lançando um novo modelo de negócio - a HOPE 1.0. Entre as diferenças para o tradicional, estão a administração e operação mais simples e o mix de produtos mais flexível, que permite a venda apenas dos itens de maior procura, em vez de todo o portfólio. O investimento inicial é de aproximadamente R$ 250 mil, abaixo dos R$ 450 mil do outro modelo.

Para chegar a esse valor, a marca reduziu a taxa de franquia de R$ 45 mil para R$ 30 mil e fez uma reengenharia na confecção da obra com custos de mobiliário e iluminação mais em conta, visando a otimização do espaço, aproveitando o máximo possível os elementos existentes na loja, evitando demolição e interferências desnecessárias. A primeira loja nesse formato foi inaugurada em março deste ano e, até o fim de junho, estão previstas mais 12 lançamentos em locais estratégicos do país.

Já a Sigbol Fashion, especializada em cursos profissionalizantes, aposta na expansão de seu modelo de negócio Smart, direcionado para cidades que possuem de 150 mil a 300 mil habitantes. Com investimento inicial de R$ 62 mil, antes os R$ 93 mil do modelo Full, é possível investir na microfranquia. A empresa criou, na década de 1970, um método com o objetivo de facilitar e profissionalizar o desenvolvimento de moldes para roupas.

Leia também: Mercado de franquias super aquecido gera novas oportunidades. Estudo do Mundo do Marketing Inteligência.

Potencial de mercado | Franquias | Expansão | Mercado

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