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E-commerce brasileiro fatura quase R$ 36 bilhões em 2014

Expectativa para 2015 é de alta de 20% sobre o ano passado, segundo o relatório WebShoppers 2015, da E-bit. Estimativa leva em consideração o Dia do Consumidor Brasil

Por | 04/02/2015

priscilla@mundodomarketing.com.br

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As vendas do comércio eletrônico em 2014 superaram as previsões para o ano e fecharam o período com 24% de aumento, em relação a 2013, gerando um faturamento de quase R$ 36 bilhões em bens de consumo. A expectativa para 2015 é de alta de 20% sobre o ano passado, segundo o relatório WebShoppers 2015, da E-bit. Esta estimativa leva em consideração o Dia do Consumidor Brasil, que acontecerá em 18 de março.

No ano passado, a data gerou um grande fluxo de compras. A previsão é que ela se destaque no calendário, assim como a Black Friday. Estima-se que sejam feitos mais de 630 mil pedidos, uma variação 38% maior que a primeira edição. Mesmo com uma tensão econômica sobre os próximos meses, essa dificuldade pode fazer com que o consumidor recorra mais ao e-commerce para ir atrás de promoções e oportunidades, podendo haver um maior movimento de migração do off-line para online.

O crescimento do número de encomendas, em 2014, foi de 17% em relação ao ano anterior, chegando a R$ 103,4 milhões. A estimativa é de que, em 2015, esse volume seja 19% maior e movimente R$ 122,9 milhões. As reduções no custo de frete tem atraído cada vez mais novos consumidores. Em 2014, a estratégia do envio grátis foi adotada por 50% das compras virtuais, tendo o maior índice em abril, quando 52% dessas transações utilizaram esse modelo de remessa.

A categoria mais vendida no e-commerce foi Moda e Acessórios (17%), seguida de Cosmética e Perfumaria (15%), Eletrodoméstico (12%), Telefonia (8%) e Livros e Assinaturas (8%). Esses números possuem dados significativos de compras feitas via mobile. Sem considerar o uso de aplicativos, as vendas dobraram em dispositivos móveis de janeiro de 2014 ao mesmo mês em 2015, crescendo 102%. Por essa plataforma, os itens de cuidados com o corpo ultrapassam os de vestuário em transações efetivadas. O relatório fez um estudo do perfil do consumidor mobile e mostrou que 57% são mulheres, 39% têm entre 35 a 49 anos e 62% são das classes A e B.

Crossboarder
O uso de sites internacionais por brasileiros cresceu 5%, proporção dada ao acesso às páginas chinesas. No ranking das lojas virtuais mais buscadas, o Aliexpress superou a Amazon e o Ebay, além de outras lojas do país do oriente terem ocupado posições que antes eram do e-commerce americano. Os produtos mais buscados pelos brasileiros são artigos de moda e acessórios, seguido de eletrônicos e informática. Os valores das compras costumam ser pequenos, no entanto, a recorrência de compra é maior.

Enquanto o gasto médio na China é de US$ 95,31, nas demais lojas virtuais é de US$ 241,87. O baixo custo dos produtos estrangeiros, aliado ao frete grátis e à ausência de imposto é o motivo que muitos brasileiros têm recorrido para essas compras.
No Brasil, o setor não sofreu alta de preços, pelo contrário, a deflação chegou a 2,44%. Das 10 categorias de produtos analisados, pelo indicador FIPE/Buscapé durante o período de dezembro de 2013 e dezembro de 2014, sete apresentaram redução de valores e três registraram alta, como foi em Cosméticos, Eletrodomésticos e Fotografia.

Relatório WebShoppers 2015, E-Bit, e-commerce

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