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4 principais tendências que impactarão o consumo em 2015

Pesquisa feita pela consultoria Mintel aponta questões de gênero, busca pela felicidade, luta por direitos e interesse por estar conectado como influências que pautarão ações

Por | 11/12/2014

priscilla@mundodomarketing.com.br

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Alguns comportamentos e acontecimentos, em 2014, deixaram lições para o mercado e já geram desdobramentos e tendências para o próximo ano. De acordo com a Mintel, são quatro as oportunidades para os gestores pautarem seus negócios. A primeira delas é sobre a questão de gênero, que levou as pessoas a questionarem as noções tradicionais e rejeitarem as restrições de estereótipos. As conversas sobre o poder feminino levarão diversos consumidores a questionarem o posicionamento de algumas marcas em relação a igualdade, analisando a maneira como elas serão apresentadas na mídia e publicidade.

Vozes em toda a internet chamarão a atenção para a forma como marcas mostram os diferentes papéis sexuais em suas comunicações, examinando os exemplos estereotipados e elogiando as ações progressistas. Segundo dados da consultoria, os homens e as mulheres gastam quase o mesmo tempo no trabalho, em locomoção, e em atividades de lazer. Além disso, as mulheres ainda passam uma média de três horas fazendo as tarefas diárias de casa todo dia, em comparação com a 1,6 hora relatada pelos homens. Ao mesmo tempo, eles desafiam conceitos tradicionais sobre cuidados pessoais, já que 75% deles disseram que iriam definitivamente cuidar melhor de sua aparência em 2014.

A segunda tendência é a busca pela felicidade, que coloca o bem-estar e a saúde em primeiro lugar na rotina das pessoas. Os consumidores passarão a adquirir itens que melhorem seu humor e tragam prazer imediato. Como houve melhorias no padrão de vida da população brasileira, isso cria uma situação em que os consumidores associam o lado emocional a um aspecto saudável. O comportamento dele vai desde compartilhar sentimentos felizes no Facebook à compra de um produto que promete trazer benefícios de humor. Como os brasileiros estão empregando abordagens mais ousadas em sua busca por contentamento, as marcas devem adotar um papel ativo na busca por um sentimento positivo associado ao produto ou serviço.

A terceira tendência é a luta pelos direitos, reflexo da crescente consciência dos direitos dos clientes. O mau comportamento corporativo fará com que os consumidores exijam mais igualdade e justiça das empresas. Ao mesmo tempo, mais companhias consultarão as pessoas para saberem o que elas querem. Os consumidores estão exigindo mais informações, responsabilidade e prestação de contas das empresas. A rede de supermercados Pão de Açúcar, por exemplo, fez campanha para melhorar as praias do Rio de Janeiro, e a Unilever trabalha na melhoria do sistema de saneamento no Nordeste.

Essas campanhas criam a expectativa de que as marcas devem passar uma informação franca. Caso os consumidores sintam que as empresas não são verdadeiras, eles estão dispostos a se organizar, mesmo que seja por meio de uma hashtag. No Brasil, um estudo da Mintel mostrou como as ações de uma companhia podem influenciar as escolhas dos compradores. Por exemplo, 77% dos consumidores brasileiros de refrigerantes disseram que pagariam mais por uma marca que fosse sustentável.

A quarta e última tendência é a de estar conectado a vários dispositivos. A rede ampliada de aplicativos de smartphones e aparelhos portáteis atrai os consumidores, uma vez que promete conforto e faz com que eles economizem tempo e dinheiro. As pessoas estão, cada vez, mais acostumadas com tecnologia, usando, por exemplo, aplicativos de monitoramento de ônibus em seus celulares. A interatividade também não é limitada somente a dispositivos de alta tecnologia, como a marca de sopas Knorr, que trouxe códigos QR para receitas personalizadas em luvas, aventais, toalhas e ímãs de geladeira.

A partir de 2015, haverá dispositivos inteligentes avançando em novas fronteiras. A tecnologia para vestir terá que transcender a conveniência da conectividade e ser, ao mesmo tempo, segura e elegante. Ao mesmo tempo, os sistemas de casa inteligente vão ter que ir além do conceito de utilitários econômicos, e abranger ambiente e decoração, como o que vem fazendo o sistema de iluminação Philips `Hue´ LED, o qual permite o controle da luz por meio de um smartphone ou tablet.

Mintel, perspectivas 2015, tendências de consumo

Leia também: Potencial de consumo dos brasileiros em 2014. Pesquisa no Mundo do Marketing Inteligência.

Comportamento do consumidor | Classe C | Potencial de Mercado

 

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