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Quem são os ?amantes de chocolates? no mercado brasileiro

Segundo pesquisa da Mintel, os consumidores que se dizem ?amantes da iguaria? (um em cada quatro) são os mais propensos a passar a comprar chocolates de melhor qualidade

Por | 06/03/2014

pauta@mundodomarketing.com.br

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Quase metade dos consumidores entre 16 e 24 anos comem mais chocolate hoje do que há um ano. Em presquisa realizada pela Mintel, para o recém lançado relatório Chocolate, 36% dos respondentes afirmaram consumir mais chocolate hoje, comparado com o que consumiam um ano atrás. E esses consumidores jovens impulsionam o forte crescimento de volume de vendas do mercado. Por sinal, esta faixa etária é a que mais se considera "amantes de chocolate", gerando um grande potencial de premiumnização para a categoria. E foram as mulheres jovens que mais aumentaram seu consumo de chocolate nos últimos 12 meses: 55% das consumidoras entre 16 e 24 anos, em comparação com 42% dos homens nessa faixa etária.

Os consumidores que se dizem "amantes de chocolate" (um em cada quatro) são os mais propensos a passar a comprar chocolates de melhor qualidade. Há muitas abordagens que os fabricantes poderiam usar, por exemplo, destacando um sabor mais cremoso, um gosto mais sofisticado/sutil, ou apenas elementos de premiumnização, destacando a sua "qualidade suíça". Existe espaço também para fabricantes lançarem produtos com sabores mais inusitados como chili ou wasabi, ou novas sensações/texturas, como com recheio de balas para se destacarem em um mercado cada vez mais competitivo.

Outro ponto interessante observado em relação ao consumidor brasileiro é em relação ao chocolate amargo. Apenas 17% dos entrevistados acreditam que ele seja beneficial à saúde, o que indica que uma maior comunicação do seu aspecto saudável poderia aumentar a demanda por produtos com maiores níveis de cacau em suas receitas, especialmente entre os consumidores mais maduros.

A penetração do chocolate amargo, 36%, é bem pequena em comparação à penetração do chocolate ao leite, chocolate branco e chocolate com nozes/recheios. Isso indica um potencial de crescimento significativo no segmento de chocolate amargo.

No entanto, é provável que este crescimento dependa de uma maior comunicação do posicionamento saudável do chocolate amargo, em comparação aos outros tipos de chocolate com porcentagens menores de cacau. É essencial que as empresas comuniquem a presença de antioxidantes (e seus benefícios associados à saúde), assim como o teor mais baixo de ingredientes menos saudáveis, como açúcar, em suas receitas. Mas mesmo que as campanhas de promoção do chocolate amargo como uma opção mais saudável sejam bem sucedidas no Brasil, o sabor mais refinado do chocolate amargo em comparação ao chocolate ao leite pode, contudo, continuar sendo um obstáculo para o segmento.

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