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Bob?s é acusado de trabalho análogo ao escravo no Rock in Rio

Conclusão é da Fiscalização Trabalhista do Rio de Janeiro sobre a situação dos ambulantes. Bob?s diz que problemas registrados não têm relação com trabalho escravo

Por | 10/12/2013

lilian@mundodomarketing.com.br

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O Bob´s é acusado de fazer uso de trabalho análogo ao escravo durante o Rock in Rio 2013. A conclusão é da Fiscalização Trabalhista da Superintendência Regional do Trabalho no Estado do Rio de Janeiro (SRTE - RJ) ao entender que os ambulantes em vendas de água, refrigerante e cerveja vivenciaram um conjunto de situações que caracterizam a degradância de trabalho e de vida, acrescido do endividamento prévio e durante a execução do contrato.

O relatório da SRTE - RJ diz que o fato se deu "com gravíssimo desrespeito aos Direitos Fundamentais da pessoa humana e avilte aos tratados e convenções internacionais concernentes aos direitos humanos, ratificados no ordenamento jurídico brasileiro, a exemplo das Convenções da OIT Números 29  e 105, e a Convenção sobre a Escravatura, assinada em Genebra, no ano de 1926, da ONU". A rede de fast-food pagou verbas rescisórias no valor de R$ 102.485,57 em um acordo preliminar. O valor total da multa é de R$ 170.389,57.

A assessoria de imprensa do Rock in Rio declarou que a contratação de funcionários é de responsabilidade, firmada em contrato, dos operadores de bares e lanchonetes e que, ao tomar ciência das acusações, a organização entrou em contato imediatamente com a empresa para que a mesma tomasse as devidas providências. De acordo com a SRTE - RJ, os trabalhadores tiveram problemas no credenciamento do evento, com a cobrança de valores indevidos, retenção de documentos e o emprego de menores de 18 anos, além dos ambulantes provenientes de outros estados terem sido alojados em locais precários em comunidade carente nos arredores do evento.

Em nota, o Bob´s nega ter recebido qualquer notificação por trabalho escravo e diz que registrou problemas trabalhistas com uma das empresas contratadas para fornecimento de mão de obra terceirizada. "No entanto, assim que constatadas tais irregularidades não relacionadas com trabalho escravo, mas sim com o registro dos trabalhadores e pagamento de parcelas previstas na legislação trabalhista, colaborou de todas as formas com as autoridades para o pronto equacionamento da situação", diz o comunicado da marca.

A rede de fast food diz também que "não teve qualquer ingerência ou participação no trânsito dos trabalhadores da empresa prestadora de serviços ou na escolha de tais trabalhadores quanto ao local de hospedagem. Afirma, no entanto, que os mesmos não estiveram privados de liberdade, sujeitos a dívidas ou quaisquer outras situações que pudessem caracterizar trabalho em condições análogas às de escravo".

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