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Netflix: conveniência e conteúdo local para atrair brasileiros

Chief Content Officer da empresa, Ted Sarandos afirma que vídeo por streaming é complementar à TV aberta e aos canais pagos e que modelo de negócio é único

Por | 11/10/2013

bruno.garcia@mundodomarketing.com.br

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netflix,estratégia,mercado,brasilA Netflix considera o Brasil como um mercado estratégico e com alto potencial de crescimento. A empresa de streaming vai investir mais em conteúdo regional e não quer se colocar como uma concorrente de canais de TV aberta ou pagos. O YouTube também não é considerado uma ameaça, pois trabalha com um modelo de negócios que inclui anúncios para os espectadores. Para garantir a fidelidade do seu público e se posicionar como um sistema único, a empresa aposta em uma experiência simples e customizada para o usuário. Esta fórmula vem garantindo o sucesso da marca, que surgiu na década de 1990 enviando filmes em DVD para a casa de seus clientes. Atualmente a empresa conta com 29 milhões de assinantes nos Estados Unidos e outros 9 milhões no resto do mundo.

A despeito dos recentes debates sobre o modelo de conteúdo por streaming e o quanto ele pode canibalizar o mercado dominado por grandes emissoras e grupos de mídia, a Netflix não se coloca como uma competidora natural destas empresas. "Somos um serviço complementar que oferece conveniência. Estes mercados não se canibalizam nem se chocam. E o fato de haver uma grande emissora aqui no Brasil que comanda boa parte da audiência não muda nada para nós, pois esta é uma característica comum também em outros mercados", afirma  Ted Sarandos, Chief Contento Officer da Netflix, em apresentação durante o RioMarket.

Há dois anos no país, a Netflix pretende investir para trazer conteúdo regional e atrair mais consumidores brasileiros, pois o Brasil é o maior mercado da empresa na América Latina. Produções independentes também terão mais espaço. "O fato de um mercado estar muito concentrado nas mãos de poucas empresas cria um ambiente propício para o desenvolvimento de produtores independentes de muita qualidade, como no caso brasileiro", explica o executivo.

Outros serviços on demand, como o próprio YouTube, que já possui canais pagos nos Estados Unidos, também não são vistos como concorrentes diretos, por terem outros formatos de conteúdo e um modelo de negócios diferente. "Não temos anúncios na nossa plataforma, nem estamos brigando por cliques em anúncios. Nosso modelo é outro", destaca Ted Sarandos.

Aproveite e leia também: Preferências dos brasileiros no consumo de arte. Conteúdo exclusivo para assinantes + Mundo do Marketing. Acesse aqui.

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