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Anvisa suspende venda do Ketchup Heinz contaminado com pelos de rato

Denúncia foi confirmada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ontem, dia 20. Lotes contaminados tiveram a venda e distribuição vetadas em todo o país

Por | 21/08/2013

luisa@mundodomarketing.com.br

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A Anvisa suspende a venda do Tomato ketchup Heinz no Brasil após a Associação dos Consumidores Proteste emitir um alerta sobre a presença de pelos de rato no produto. A denúncia foi confirmada pela agência ontem, dia 20, e após publicação no Diário Oficial da União, o lote 2K04 do produto teve sua venda e distribuição vetada. Em São Bernardo do Campo, São Paulo, outro lote identificado pelo código 2C30 também apresentou o mesmo problema. As amostras foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz de Santo André VIII e pelo  Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo.

A indústria Quero Alimentos, importadora e distribuidora dos produtos Heinz no Brasil deve passar por inspeção a pedido da Proteste. O Procon-SP também notificou a companhia,  solicitando informações sobre os potenciais riscos à saúde e segurança dos consumidores e quais procedimentos devem ser adotados para neutralizar possíveis danos. O consumidor que tiver a nota fiscal de compra poderá efetuar a troca ou receber a devolução do valor pago no local da compra. Caso não tenha a nota fiscal, ele deve entrar em contato com o fabricante.

Em nota oficial, a marca afirma que seus produtos seguem as normas sanitárias internacionais e passam por rigorosos controles de produção e qualidade, atestados pela fiscalização dos órgãos competentes.  "A Heinz Brasil esclarece que o lote com numeração 2K04, importado do México em 2012, já não está em circulação no mercado. A companhia está em total colaboração com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária para identificar alguma suposta desconformidade nesse lote específico", informa.

Falta de inspeção na indústria de alimentos
A presença de elementos químicos, insetos e resíduos animais dentro de alimentos ganhou destaque na mídia em casos como o do macarrão instantâneo Cup Noodles, da Nissin, onde foram encontradas larvas, em julho de 2013. Outro caso que gerou polêmica sobre a inspeção nos processos industriais envolvendo alimentos foi o lote de suco Ades, da Unilever, contaminado com soda caustica, em março deste ano. O composto químico também tirou de circulação as marcas de leite Italac, Latvida e Mumu em maio, no sul do país. Anteriormente, o Toddynho da Pepsico e o leite Parmalat tiveram o mesmo problema. 

Veja também nos estudos do +Mundo do Marketing:"Propósito da marca"

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