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Amazon: logística e tributos atrasam venda de todo o portfólio no país

Início das operações era previsto originalmente para 2012 e em seguida para o final de 2013. Entrada no mercado nacional pode mudar cenário do comércio eletrônico

Por | 04/06/2013

bruno.garcia@mundodomarketing.com.br

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A Amazon tem a venda de todo o seu portfólio adiada mais uma vez no Brasil. A empresa iniciou suas operações em 2012 comercializando apenas livros digitais e, de acordo com informações publicadas pela revista Veja, só entrará em outras categorias de produtos em 2014 (a previsão inicial era para este ano). Além da venda de e-books, a empresa montou quiosques do leitor de livros digitais Kindle em quatro shoppings brasileiros: Morumbi e Iguatemi, na capital paulista, e Barra e Leblon, no Rio de Janeiro. Para especialistas, questões logísticas e tributárias podem ser o motivo da dificuldade para que o e-commerce de maior sucesso do mundo se estabeleça no Brasil.

A dimensão continental do país e os problemas de transporte são um impedimento para que a Amazon reproduza o mesmo modelo operado em outras regiões. "A Amazon enfrenta barreiras no que se diz respeito à política de impostos. Acredito que este é um problema para outra gigante se consolidar aqui, a Apple. Nem todas as regiões são acessíveis, dependendo exclusivamente dos Correios que de uma hora para outra entram em greve. Isso prejudica toda a logística de produto, fora os crescentes assaltos a entregadores ou terceirizados. Acredito que a Amazon tenha avaliado esses pontos para se consolidar aqui", analisa Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm e Especialista em Planejamento Digital e E-commerce, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A entrada da marca no Brasil é vista como potencial geradora de grandes mudanças no e-commerce nacional. "Vejo também um lobby das gigantes do setor que dominam grande parte das vendas do comércio eletrônico brasileiro contra uma marca que certamente vai atrair muitos consumidores. Muitas pessoas vão migrar para a Amazon pelo glamour de comprar na famosa loja virtual", explica Felipe Morais.

Com reportagem de Luisa Medeiros

Leia também: Estudo + Mundo do Marketing sobre comércio eletrônico no Brasil. O comércio eletrônico é o canal que mais cresce no mundo. Mesmo assim, ainda há espaço para muito desenvolvimento. Conteúdo com acesso liberado. Veja aqui.

 

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