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E-Commerce fatura R$ 8,4 bilhões no 1º semestre de 2011

Crescimento de 24% foi menor do que o registrado no mesmo período do ano passado

Por | 17/08/2011

pauta@mundodomarketing.com.br

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O varejo eletrônico brasileiro faturou R$ 8,4 bilhões no primeiro semestre de 2011, registrando um crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume arrecadado é superior aos R$ 8,2 bilhões registrados durante todo o ano de 2008. O mercado, no entanto, sofreu uma retração no crescimento, comparado à expansão de 40% nos primeiros seis meses de 2010, quando fatores como a Copa do Mundo e a aderência às vendas de produtos de maior valor agregado contribuíram para o aumento no período. 

Os dados são do relatório "WebShoppers", realizado pela e-bit, em parceria com a Ecommerce School, com 2.043 e-consumidores de todo o país. O levantamento mostra ainda que 81% dos usuários acessam a internet com a finalidade de fazer uma compra online, seja em uma loja virtual, um clube de compras ou site de compras coletivas. A novidade do e-commerce em 2011 foi a entrada da baixa renda no canal de compras, com 61% dos novos usuários com renda familiar de até R$ 3 mil.

O primeiro semestre do ano promoveu uma disputa acirrada entre as categorias do setor. Os eletrodomésticos ficaram na primeira colocação, com 13% do total de pedidos, seguidos por Informática (12%) e Saúde, Beleza e Medicamentos (11%). A categoria líder do setor nos outros anos, Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais, caiu para a quarta colocação do ranking, com 8%, acompanhada pelos eletrônicos (6%), sendo o tíquete médio durante o período de R$ 355,00.

A pesquisa indica que as vendas online no Brasil devem continuar crescendo no próximo semestre, já que 55% do faturamento anual do e-commerce pertence ao período entre julho e dezembro. A previsão é que a segunda metade de 2011 movimente R$ 10,3 bilhões, excluindo compras coletivas, venda de automóveis, passagens áreas e sites de leilão. Até o fim do ano, o mercado de comércio eletrônico espera um faturamento de R$ 18,7 bilhões, o que representaria um acréscimo de 26% em relação a 2010.

O estudo revela ainda que os e-consumidores dobraram de tamanho em apenas dois anos. Em 2009 eram 17,6 milhões, contra 32 milhões de pessoas que já fizeram pelo menos uma compra online atualmente. Apesar de o comércio eletrônico oferecer maiores facilidades aos consumidores, ainda falta confiança e segurança por parte dos compradores. O levantamento também assinala que a utilização do internet banking ainda é um obstáculo e 26% dos clientes ainda não aderiram o serviço.

Dentro desse universo, 58% dos usuários afirmaram não se sentirem seguros com as operações bancárias online. De acordo com números da pesquisa, 70% dos entrevistados se sentem mais seguros com as compras na internet atualmente do que há dois anos, comprovando que o consumidor confia cada vez mais nos serviços prestados pelas lojas virtuais.
 

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