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Mercado de luxo espera crescer 22% em 2010

Marcas ampliam distribuição, aponta pesquisa realizada pela MCF Consultoria e pela GfK

Por | 02/08/2010

pauta@mundodomarketing.com.br

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O mercado brasileiro de luxo deve faturar US$ 7,59 bilhões em 2010, segundo uma pesquisa realizada pela MCF Consultoria em parceira com a GfK Brasil. O setor, que lucrou US$ 6,23 bilhões em 2009, deve ampliar seu faturamento em 22% este ano. O estudo "O mercado do Luxo no Brasil - ano IV" foi realizado entre janeiro e maio de 2010 com 283 empresas que atuam no segmento do Luxo ou Premium no Brasil e 344 consumidores deste segmento.

A crise econômica de 2008 que abalou o mercado ainda preocupa 3% dos entrevistados, que  acreditam que seus negócios ainda sofrem as consequências do período. Já 79% afirma acreditar na recuperação do mercado e, destes, 66% acreditam que isso aconteça ainda em 2010.

Em relação ao futuro, os projetos mais citados foram os de expansão do mercado alvo (33%), fortalecimento da imagem/marca (30%), abertura de lojas próprias (20%) e Gestão de Relacionamento com o Cliente (9%). Dentre os empresários que planejam investir em expansão, 86% pretendem fazê-lo aumentando o número de lojas próprias, 50% aumentando a participação em multimarcas e 7% em quiosques.

Na avaliação das cidades - excluindo São Paulo e Rio de Janeiro - as mais promissoras para a expansão do mercado do Luxo são: Brasília (53%), Porto Alegre (7%), Curitiba (7%), Salvador (6%), Recife (4%), Belo Horizonte (4%) e Ribeirão Preto (3%).

Marcas
Para o setor, a marca considerada benchmark nacional é a Fasano, com 14%, seguida de perto pela Osklen, com 13% e H. Stern, com 9%. O benchmark internacional é Louis Vuitton, com 18%, seguida por Hermès, com 12% e Giorgio Armani, com 5%.

Em relação às grifes internacionais, a Top of Mind é a Louis Vuitton (30%), seguida pela Hermès (12%) e Chanel (8%). No ranking de marcas nacionais a liderança fica com H. Stern (24%), seguida de perto pela Daslu (20%).
A Louis Vuitton é a mais citada dentre as marcas de fora do país quando se trata de atributos como tradição (27%) e prestigio (22%). No quesito preferência, a Louis Vitton permanece na liderança (8%), seguida por Hermès, Chanel e Giorgio Armani - empatadas com 6%. Entre as marcas brasileiras, a H.Stern é considerada a de maior prestígio (26%), tradição (25%) e lidera a preferência dos consumidores (12%), seguida nos três quesitos pela Daslu.

A pesquisa também mostra que o sonho de consumo dos clientes do Luxo são produtos Chanel (10%) e Hermès (7%) e que os entrevistados gostariam de encontrar no Brasil produtos Prada (5%), assim como Sephora, Manolo Blahnik, Bottega Veneta, Fauchon, Burberry, Chanel, Abercrombie & Fitch Victoria´s Secret (todos com 2%).

Segmentos

Em relação às empresas estudadas, a maior parte atua no varejo, com 61%, seguida por serviços (24%) e produção/indústria (15%). Quanto à atuação específica, 26% são do ramo de moda, 19% de calçados, 18% de confecção/vestuário e 17% para perfumaria. Sobre a atuação das empresas no exterior, 53% responderam que têm presença fora do país, e 39% de seus clientes já realizaram compras da marca fora do Brasil, sendo o preço mais baixo, variedade e glamour os principais motivos para isso.

Consumidores
A maior parte dos consumidores do segmento tem renda mensal superior a R$10 mil, são mulheres (58%) e moradores do estado de São Paulo (66%) entre 26 e 35 anos. Do total, 47% são pós-graduados e 36% possuem grau universitário de instrução.

Percepção da população sobre o luxo
Para mapear a percepção da população em relação às marcas e serviços de luxo, a GfK também realizou um estudo específico. Foram ouvidas mil pessoas, de todas as classes sociais de 12 regiões metropolitanas do país. Nessa abordagem, a população brasileira destacou a qualidade como principal motivo de atração para comprar uma marca ou serviço de luxo (38%), em seguida está o preço (16%) e o atendimento personalizado (13%).

Quando perguntados sobre qual marca comprariam se fossem adquirir algum produto de uma marca de Luxo, a mais mencionada foi Brastemp com 10%, seguida de Mercedes-Benz e Ferrari com 6% cada. Outro ponto interessante na percepção da população está na marca de cosméticos, na qual a Natura é a mais citada com 21%, bem à frente das internacionais Lancôme e Victória Secret, com 1% cada.

 

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