Se tudo é tendência, o que é tendência? 22 de março de 2010

Se tudo é tendência, o que é tendência?

         

Luli Radfahrer propõe um novo olhar para a pesquisa

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<p><img height="258" align="left" width="250" src="/images/materias/luli_abep.jpg" alt="Se tudo é tendência, o que é tendência?" />As tendências estão por toda a parte, aponta Luli Radfahrer. Ao ponto da própria tendência ter virado tendência e acabar perdendo o seu significado. O que era tendência ontem virou “terceira idade” hoje.  “Qualquer Zé Mané diz que trabalha com tendência”, afirmou o PHD em Comunicação Digital e Professor da ECA/USP. Neste cenário, quem trabalha com pesquisa precisa ter uma nova leitura da realidade, que, para Radfahrer, não é nem pós-moderna nem líquida, mas uma coisa que ninguém sabe o que é.<br /> <br /> A própria internet ainda não é uma tendência. “A internet tem muito do mesmo e muito pouco de novo”, aponta durante apresentação no 4° Congresso Brasileiro de Pesquisa. “A onda da tsunami da internet ainda não está nem começo”. Para Radfahrer, o grande problema das pesquisas de hoje é que elas são reativas, mostram o que já aconteceu e não consegue medir o que ainda está por vir. <br /> <br /> Por isso, as empresas devem entender as tendências para influenciar conceitos, projetos, produtos, serviços, experiências e marcas. O que se torna ainda mais difícil num mundo com muita informação, muitas métricas que não se falam entre sim e onde há mais e mais tendências, como os games, que estão virando forma de interação social entre crianças e adolescentes, e não uma forma de competição como no passado.</p>


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