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Agilidade, velocidade e eficiência: os segredos da performance digital

Case Dynatrace traz exemplos de como o ano de 2020 serviu de estímulo para que as empresas aperfeiçoassem uso de ferramentas

Por Hugo Veiga - 18/02/2021

O ano de 2020 trouxe muitas lições para as empresas que ainda patinavam na transformação digital, mas fez com que outras – que já investiam nesse campo – aperfeiçoassem o uso das ferramentas já utilizadas. Foi o que aconteceu com a Dynatrace que, durante o evento “Dynatrace Perform” realizado entre os dias 8 e 11 de fevereiro, apresentou situações vividas na companhia e pelos seus clientes. 

Um dos pontos abordados, foi de que ao enxergar as lacunas foi possível minimizar impactos relevantes ao negócio. Segundo dados apresentados no evento, foram desperdiçados 58 dias úteis em soluções de problemas em um ano, sendo 12,5 horas a média de tempo perdido combinando dados díspares para resolver um único problema. O valor aproximado do custo de uma hora de inatividade foi de entre US$ 140 mil e US$ 540 mil.

John Van Siclen CEO da DynatracePara que em 2021 essa perda não seja semelhante ou maior, John Van Siclen (foto à direita, CEO da Dynatrace) apontou que a transformação digital de sucesso deve exigir um trabalho em equipe desde o desenvolvimento até a operação da plataforma. “Ao invés de ficar isolado e causar lentidão na identificação e correção do problema, a colaboração DevOps coloca o desafio de uma forma simples fornecendo um conjunto comum de dados, uma fonte de verdade” afirmou o CEO.

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Nuvem

À medida que a transformação digital foi acelerada no ano passado, todos buscaram maior agilidade, velocidade e eficiência. Plataformas multicloud e aplicações dinâmicas já nativas em Nuvem tomaram o centro do palco, no lugar de projetos em silos e left shifiting. Mesmo trabalhando de casa, a equipe se esforçou, fornecendo inspiração para os clientes e um grande foco para seguir em frente e mostrar seu próprio sucesso, não só para Dynatrace, mas para diversos setores que precisavam de transformação.

“Plataformas multicloud e aplicações dinâmicas já nativas em Nuvem tomaram o centro do palco”

 

Esse cenário fez com que um mercado baseado em plataformas de Nuvem pudesse facilitar a computação em escala da web, incluindo o desenvolvimento inovador de soluções com arquiteturas de Cloud avançada em padrão de código aberto. “Seis anos atrás, nós vimos isso chegando e nós construímos um novo tipo de modelo de plataforma de monitoramento, especificamente para o ecossistema de Nuvem e todas as aplicações em contêineres que seriam executadas nelas. Incluímos registros de rastreios e métricas junto com a topologia de detalhes de nível de código, experiência de usuário e muito mais”, afirmou John Van Siclen.

O especialista apontou que o full stack (pilha de soluções/pilha de software) está além do monitoramento. “Hoje, a indústria chama isso de observabilidade e toda Nuvem moderna precisa disso. A velha abordagem de múltiplas ferramentas está morta. Uma visão holística de todos os dados é um requisito. Nenhuma visão pode ser parcial. Não podemos ter pontos cegos. Ao mesmo tempo, a observabilidade se tornou um requisito”, pontuou o CEO da Dynatrace. 

A complexidade de escala e o dinamismo dessas Nuvens modernas provariam que a observabilidade por si só não seria suficiente. Isso porque a empresa sabia que a velocidade do volume e a variedade de dados seriam simplesmente grandes demais para lidar apenas com painéis de controle. “A dependência está no topo da pilha e todo o conjunto de componentes e serviços seria medido em milhões por minuto e é por isso que nós adotamos uma abordagem radical para construir nossa plataforma no núcleo da automação e inteligência para fornecer a compreensibilidade, a previsibilidade e a capacidade de ação hoje exigidos” afirmou John.

Em todo caso, a Dynatrace sabia que com os ricos dados de observabilidade capturados, ela se diferenciaria de um valor único e ajudaria os clientes realmente com todas as fontes de métricas – foram mais de 550 novos clientes incorporados à base dela.

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Novas perspectivas 

Ao final da primeira palestra, John apresentou quatro perspectivas para o futuro, com base no que as equipes de TI estão vivenciando. A primeira se refere à Automação, uma vez que 74% dos CIOs afirmam que a tecnologia de plataforma nativas da Nuvem aumentam a complexidade do gerenciamento manual de suas infraestruturas e 70% deles também dizem que as tarefas manuais estão roubando tempo da inovação.

Outra perspectiva é a Colaboração, que pesquisas e dados de mercado já sugerem. “A transformação digital de sucesso exige trabalho em equipe desde o desenvolvimento até a operação da plataforma. Ao invés de ficar isolado e causar lentidão na identificação e correção do problema, a colaboração DevOps coloca o desafio de uma forma simples fornecendo um conjunto comum de dados, uma fonte de verdade”, indica o CEO da Dynatrace.

O terceiro tema principal é Mobile. Os anos de 2020 e 2021 são os dos dispositivos móveis, mas isso traz problemas como funcionalidade e privacidade. O uso da experiência móvel explodiu em mais de 300% na base da empresa. De acordo com dados da Dynatrace, 50% das vendas de e-commerce acontecendo em dispositivos móveis. Além disso, 53% dos consumidores abandonarão um site de celular se não conseguirem o que desejam em três segundos.

Outro tema-chave da perspectiva é o DevSecOps, que significa pensar na segurança da aplicação e da infraestrutura desde o início. Para John, 90% dos projetos de desenvolvimento de software seguirão as práticas DevSecOps até 2022, sendo 70% dos ataques contra contêiners oriundos de vulnerabilidades conhecidas e configurações incorretas que poderiam ter sido corrigidas. Para que as empresas fiquem alertas, o CEO apresentou um número alarmante: US$ 3,86 milhões é o custo médio de uma violação de dados em 2020.

Esses são os elementos críticos para alavancar as empresas. À medida que são transformadas as maneiras de trabalhar para enfrentar os desafios da aceleração digital e ir além na migração lifit and shift – para aplicações nativas de Nuvem em plataformas dinâmicas de multicloud – menores são os riscos e prejuízos ao negócio.


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