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Mobile Marketing ganha cada vez mais verba

Setor deverá movimentar US$ 150 milhões ao final deste ano, aponta IDC Brasil

Por | 06/11/2008

pauta@mundodomarketing.com.br

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Por Priscila Gambale
redacao@mundodomarketing.com.br

Com tantas tecnologias disponíveis utilizadas pelas empresas para chegar ao consumidor, o Mobile Marketing vem se consolidando no Brasil e ganhando credibilidade com ações personalizadas e em tempo real que podem ser novidade para as pessoas e ainda ganham em interatividade.

Através do Mobile Marketing, as empresas atingem diretamente o consumidor com diversas ferramentas. A cada dia que passa, o número de ações mobile aumenta e varia. Vão desde o tradicional SMS (envio de mensagens de textos com promoções, quiz, informativos, votações, descontos, entre outros), passando por WAP (TV no celular, loja de conteúdos, podcasts e comunidades), até Bluetooth (ações de divulgação da marca, eventos, cupons e envio de conteúdos patrocinados).

De acordo com o presidente da AgênciaClick, Abel Reis (foto), o SMS é o principal serviço usado pelos clientes. "A comunicação via torpedos é a mais utilizada pelas empresas porque atinge a grande maioria dos usuários e é um Marketing com baixos custos", ressalta em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um estudo realizado pelo IDC Brasil mostrou que as mensagens enviadas pelos anunciantes para os celulares de consumidores, em 2007, movimentaram US$ 120 milhões. Segundo o IDC Brasil, esse valor deverá ultrapassar US$ 150 milhões este ano.

Vantagens e dificuldades do Mobile Marketing
O Mobile Marketing tem como vantagens tradicionais a interatividade, o custo, segmentação, mensuração, efetividade e mobilidade. Outro ponto em destaque é que as mensagens são lidas quase que imediatamente e os usuários mostram ou reenviam o que recebem para os amigos.

Para o diretor da El Movil, Fábio Cardoso (foto), cada vez mais as pessoas estão aderindo às campanhas, diferentemente do que acontece com outras mídias tradicionais. "O receptor participa de campanhas enviando códigos via SMS, se cadastrando para receber notícias e ativando o Bluetooth para receber conteúdos", conta ao site.
 
O Gerente de Marketing móvel da Compera n´Time, Eduardo Lins (foto), alerta com relação às empresas de telefonia precisarem segmentar o mercado. Para ele, as operadoras devem fazer um estudo maior sobre respectivas bases de clientes para obter maior eficiência no trabalho. "O usuário precisa ter interesse e autorizar o envio da mensagem para evitar que o efeito da campanha seja negativo e ocasione spam", aponta Lins em entrevista ao Mundo do Marketing.    
 
Hoje, no mercado de Mobile Marketing, já existem produtos de prateleira, aqueles que já foram desenvolvidos e podem ser implementados para outros clientes. São eles o Mobile Advertising (disponibilização de banners em sites WAP e mobile sites), campanhas via SMS (envio de códigos para participar de uma promoção ou de mensagens para uma base cadastrada), WAP, Bluetooth, entre outros.

Atualizado às 13h

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