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Mestres de marketing

Marketing educacional mostra estratégias e tendências para o mercado jovem. Busca por instituições de ensino de qualidade é cada vez maior

Por | 04/12/2007

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Mestres de marketing 

Por Thiago Terra
redacao@mundodomarketing.com.br

As universidades brasileiras contam com aliados virtuais na busca por alunos. Com a tecnologia em ritmo acelerado, os jovens estão sendo disputados não mais a unhas e dentes e sim a clicks no mouse e nas redes de relacionamento. Migrar para onde o público estudante está é a principal meta de muitas instituições de ensino. A Internet aparece como grande aliada de escolas e universidades por ser o meio de comunicação mais presente na vida deste público. O marketing educacional não é mais resumido nos 30 segundos de um comercial de TV ou em panfletos distribuídos na saída de colégios ou faculdades. Hoje, as empresas oferecem experiências e tem mais espaço para enviar uma mensagem para o público-alvo através do mundo virtual.

 O reconhecimento de que o computador aumentou as possibilidades de comunicação e interatividade entre instituições e alunos é evidente. Mas nem todos os estabelecimentos educacionais creditam uma campanha de marketing exclusivamente ao mundo virtual. O contato pessoal é destacado por Alfredo Motta (foto), sócio diretor da agência especializada em marketing jovem Namosca. Segundo ele, o contato direto e pessoal vai além da TV, de um banner na Internet ou um busdoor.
 
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A escolha por uma faculdade pode ser baseada em comparações com as outras instituições, de acordo com a necessidade de cada estudante. O executivo da Namosca acredita no peso de um contato pessoal na hora de escolher. "Ninguém melhor do que um professor, alunos formandos e ex-alunos, para testemunhar sobre uma instituição", conta Alfredo Motta em entrevista ao Mundo do Marketing.

As campanhas de marketing das faculdades e escolas, especialmente na TV, normalmente crescem nas épocas sazonais, ou seja, no início, meio e final de cada ano correspondente ao período de férias escolares. A princípio esta é uma estratégia planejada que atinge o consumidor em um período onde ele recebe diversas "propostas" de diferentes instituições de ensino.

 Para Roger Rocha (foto), sócio diretor da Tribo Interactive, empresa que desenvolveu parte do marketing educacional para o Senac, a primeira lição é criar campanhas não só na hora do vestibular, mas durante o ensino médio com ações específicas de relacionamento, principalmente nas comunidades virtuais que os estudantes participam.

Alternativa X Soluções
Devido à variedade de opções, estes alunos esbarram na indecisão sobre o seu futuro profissional, e é neste ponto que a Tribo Interactive atua. "Este é o momento em que as instituições se aproximam, conseguem colocar sua marca de forma clara e aumenta a possibilidade delas", acredita Rocha.

Atingir estes estudantes no mundo de hoje demanda esforços e mudanças repentinas em estratégias traçadas. Para Roger Rocha, quatro regras precisam ser lembradas no marketing educacional. A primeira delas é, sem dúvida, aderir às palavras de busca pela internet. "É fundamental ser agressivo neste sentido e ficar entre os primeiros no resultado de buscas", ensina.

Em segundo lugar está o serviço de mensagens instantâneas e sites de relacionamento, que segundo Rocha "É lá que os estudantes estão durante o dia". A possibilidade de segmentação que a web permite seguida de sites que prestam serviços como teste vocacional, visita ao campus e consulta sobre o mercado, completam a lista do diretor da Tribo Interative.

 Segmentação
Outra forma de destacar atividades voltadas para o público universitário é através de agências especializadas. A agência B2 Marketing Universitário faz estudos e pesquisas para surpreender e saber o que o estudante quer. "É feito um estudo antecipado para saber o que oferecer. Fazemos festas e eventos próprios como As 4 incríveis". Este evento reúne faculdades como FAAP, PUC-SP, Mackenzie e FGV, em uma festa com o intuito de pesquisar e prevenir erros em estratégias que buscam entender as características dos jovens universitários. "Empresas que querem agregar valores a sua marca patrocinam ou apóiam o evento", explica Tânia Graziani (foto), gerente de marketing do grupo B2 Marketing Universitário.

O que pouco se vê nas estratégias de marketing universitário, segundo Roger Rocha, é o trabalho prévio, antes da decisão do aluno. De acordo com o diretor, é preciso ser feito desde o ensino médio. "O segredo é transmitir valores de maneira mais aprofundada, convencendo ao longo do tempo de que a instituição faz a diferença", diz.

Assim como o prazo longo de campanha e a segmentação da comunicação parecem ser o foco dos próximos tempos, os sites das instituições trabalham na melhoria das experiências que podem oferecer. "Temos que falar a linguagem deles porque os esforços nas melhorias já podem ser vistos".

Acesse
www.agencianamosca.com.br
www.tribointeractive.com.br
www.b2mktuniversitario.com.br





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