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A influência da música na vida do jovem consumidor

Estilos deixam de ser entretenimento para ser também serviço, informação e experiência. Pesquisa aponta comportamento do brasileiro frente a dispositivos e ídolos

Por | 09/08/2017

priscilla@mundodomarketing.com.br

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Angélica Okamoto, Diretora de Marketing do VagalumeO papel da música vem avançando ao longo do tempo deixando de ser um papel apenas de entretenimento para ser também serviço, informação e experiência. O sentimento proporcionado por uma canção, por exemplo, resulta em consumo: ingressos de shows, cds, download de músicas e outros produtos relacionados ao artista em si. Além disso, a música também pode estar associada a alguma marca, conforme área de atuação e investimento delas.

A Coca-Cola e a Apple são dois nomes que foram relacionados à identificação do jovem com a música. O patrocínio aos eventos, assim como incentivo em aplicativos de música tornaram a relação mais próxima, principalmente porque os dispositivos móveis vem crescendo na relevância de uso para ouvir as canções - 83% dos brasileiros ouvem em smartphones, segundo a pesquisa All About Music, feita pela Vagalume.

O computador ficou com 76% de preferência, seguido da TV (41%) e rádio do carro (40%). Os dispositivos bluetooth somam 38%, enquanto os tablets ficam com apenas 13%. O rádio tradicional fica com 6%. A preferência pelo tipo de aparelho está associada ao local em que a pessoa consome música: 64% dos respondentes da pesquisa afirmam ouvir enquanto se locomovem.

Para 52% o momento de ouvir música é exclusivo e de relaxamento, mas há quem opte por ouvir enquanto estuda (43%), trabalha (32%) ou até mesmo joga vídeo game (23%). "Ouvir música é algo que o jovem não abre mão, ele passa em média seis horas por dia ouvindo. As mulheres possuem uma média um pouco mais alta, com sete horas diárias. Apenas 7% dos entrevistados escutam duas horas ou menos", conta Angélica Okamoto, Diretora de Marketing do Vagalume, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Experiência sem limites
Mesmo com alguns dispositivos ficando menos relevantes como cds e o rádio tradicional, outros canais vem fomentando o interesse por música. As redes sociais são um importante elo dos fãs com os artistas, trazendo uma proximidade antes não imaginada. Por meio de redes como Facebook, Instagram e Whatsapp os jovens ficam por dentro de lançamentos e outras novidades fonográficas. Para eles o conteúdo é rei, seja por áudio, fotos, vídeos ou textos.

Independente do canal de atuação, o artista torna-se influenciador - em alguns estilos mais do que outro. Quando perguntados se costumam adquirir algo ligado aos artistas ou grupos de música, 59% dos jovens afirmam que sim. Rock, Pop, Funk e Eletrônico são os que mais estimulam o consumo. Já o gasto em música torna-se imensurável, já que para eles envolve satisfação pessoal e entusiasmo, o que transforma a experiência em um investimento. A ida a shows, no entanto, é mais palpável. Quatro em cada dez pessoas vão a shows pelo menos uma vez por mês. A maior parte dos gastos com eventos desse tipo fica entre R$ 50,00 e R$ 99,00. Outros gastos acabam envolvendo a ida a um espetáculo, já que 68% costumam sair de sua cidade para assistir uma banda ou artista.

Dentre os estilos musicais mais preferidos, o sertanejo surge na liderança, seguido por Pop, Rap, MPB, Funk, Gospel, Eletrônica, Rock e Pagode/Samba. "A influência de artistas desses segmentos no consumo é alta. Wesley Safadão, por exemplo, movimenta a venda de Cîroc, por citar em uma de suas músicas. Outros estimulam marcas de roupas e acessórios, como Ray Ban, por aparecerem usando em redes sociais", afirma Angélica.

Estratégia para todos
As marcas que optarem por trabalhar com os jovens utilizando da música como estratégia precisam se atentar a quebra de estereótipos, sem discriminar o que jovem e o que não é, uma vez que muitos escutam os que os pais escutam. Além disso, há um percepção de que não existe mais a linha tênue entre as tribos - elas estão mescladas, o que faz com que haja menos preconceito em relação a determinado estilo.

A pesquisa conclui que há um respeito grande e uma aceitação maior a diversidade. "O jovem está mais aberto e escuta canções antigas, referência dos pais ao mesmo tempo que admira novos artistas de segmentos diversos. Percebemos que aquele que ouve sertanejo, ouve também Pop, assim como o que escuta pagode também gosta de eletrônico", pontua a Diretora de Marketing do Vagalume.

Como meio de atingir o consumidor a música torna-se estratégia fácil de atingir diferentes públicos, já que agrada a todos, independentemente da idade, sexo, ou classe social. "Uma canção tem o papel de entrega emoção, expressar sentimentos e servir de diversão acessível, afinal pode-se ouvir sem gastar nada ou ainda gastar muito, como é o caso dos que viajam atrás de ídolos", conclui Angélica Okamoto.

Leia também: O papel da música na vida dos brasileiros - pesquisa disponível no Mundo do Marketing Inteligência.





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