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PDV

A mudança do trade físico para o digital

Promotores de vendas ganham o e-commerce utilizando uma solução de atendimento remoto e assistido que leva a mesma experiência para ambiente virtual

Por Priscilla Oliveira - 10/05/2021

Com o advento da pandemia e a restrição total do varejo especializado, 100% das categorias denominadas bens duráveis, como linha branca, tecnologia, eletro portáteis, áudio e vídeo, beleza, entre outras que tinham como parte da estratégia a experiência em loja física para demonstração dos seus produtos tiveram totalmente restringida a presença de seus especialistas e promotores nas lojas de varejo. Com isso surgiu um novo problema: o que fazer com essas pessoas que se viram do dia para a noite sendo impossibilitados de executar suas tarefas?

Essa foi a motivação do comitê internacional de Growth&Innovation que trata o tema digital como prioridade no desenvolvimento de novas iniciativas e que levou em consideração o fato de que não bastava apenas munir esses profissionais de acessórios como computador e celular e colocá-los em home office para vender. Foi preciso visitar todo o know-how aprendido em campo e fazer disso o ponto de partida para um processo de transformação enfocando as particularidades do novo ambiente de trabalho e da comunicação. Isso passou por entender as novas premissas de todo o trabalho de trade: processos, pessoas, ferramentas, controle e gestão, só que agora planejando e executando 100% dentro do ambiente digital.

Na prática as mudanças refletem desde o processo de seleção dos profissionais, passando pelo foco do treinamento, chegando até os métodos de trabalho, processos, as metas e os indicadores de sucesso. Além disso, em todo o mundo se tornou prioridade oferecer aos clientes um modelo de operação em que eles possam contar com uma operação digital de trade Marketing com a possibilidade de configurar os projetos de maneira eficiente e permanente já que possivelmente os novos hábitos de consumo e de comportamento permanecerão depois que o cenário de isolamento terminar. 

Foi a partir desse cenário que a Smollan iTrade chegou em uma proposta que atende essa urgência de posicionamento e atuação no ponto de venda online com ou sem pandemia. A discussão sobre a necessidade de integrar o físico e o digital não era novidade até março de 2020, mas ao longo dos últimos meses tornou-se o maior desafio de quem opera no segmento do consumo.

Para adequar a realidade transacional fria e dura do e-commerce para esse ambiente de relações humanas entre marcas e consumidores dentro da jornada de compra do universo digital foi preciso não apenas agilidade como também reforçar o perfil da equipe gestora e agregar profissionais com experiência suficiente para entender o contexto e aproximar a solução para as indústrias independente do mercado de atuação.

A discussão sobre a necessidade de integrar o físico e o digital não era novidade até março de 2020, mas ao longo dos últimos meses tornou-se o maior desafio de quem opera no segmento do consumo.

Pluralidade na equipe

A Smollan iTrade agilizou seu processo de transformação digital durante a pandemia e passou a oferecer para as marcas uma plataforma de atendimento virtual e remoto com operação totalmente dirigida à assistência em diferentes etapas da disciplina, como venda, pós-venda e suporte aos times internos e externos. Por meio da solução que foi pilotada em diferentes regiões nas quais a empresa opera, incluindo o Brasil, é possível acelerar a velocidade das vendas e contribuir com os objetivos de performance das organizações no momento em que o digital acabou por ser a principal forma de atingir os mercados e, como consequência, os consumidores.

Leia: Customer Centricity – como garantir a satisfação do consumidor

O serviço que pensa e atua 100% em conformidade com a realidade digital é voltado a proporcionar uma experiência humanizada entre marcas, produtos e consumidores com o foco em conversões de venda imediatas e de forma amigável. Outra novidade foi a contratação de Rosangela Costa para ser a nova Coordenadora DeX (Digital Experience). Vinda do segmento de callcenter, ela contribuiu com seu olhar para incorporar as boas práticas de customer experience à realidade do trade marketing e do atendimento remoto de forma a entregar ações customizáveis e que atinjam o público com eficiência.

A necessidade ainda maior de recrutar pessoas que tenham diferentes perfis para se conectar com a audiência das empresas que é completamente heterogênea abre possibilidade para que pessoas sem experiência, mas com potencial de comunicação, possam iniciar uma carreira. Isso vale também para indivíduos que busquem posições que demandem menos do que as oito horas diárias de trabalho, já que o formato pode ser uma possibilidade, por exemplo, para a dona de casa que precisa cuidar dos filhos e tem meio período livre para desempenhar essa tarefa e realizar a venda assistida.