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Merchandising como ferramenta estratégica

O PDV virou mídia e é lá que 81% dos consumidores decidem suas compras. Veja o que fazer com as diversas mudanças

Por | 01/08/2006

bruno@mundodomarketing.com.br

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Merchandising como ferramenta estratégica

Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

A fragmentação da mídia, a infinidade de produtos semelhantes nas gôndolas, as constantes mudanças e a infidelidade do consumidor são algumas das razões pelas quais 81% das pessoas decidem o que vão comprar somente na hora do vamos ver. Ou seja, no ponto de venda. Neste cenário, especialistas apontam o PDV como uma forte mídia e um lugar estratégico para a construção de uma marca.

De acordo com Maurício Morgado (foto), professor da FGV-SP, a avalanche de informações que o consumidor enfrenta ao ler um jornal, andar pela rua, assistir à TV ou navegando pela internet faz com que as mensagens que tinham muito efeito pouco tempo atrás hoje não tragam tanto resultado como antes. "Isso faz crescer a importância do PDV porque é lá que o consumidor está prestando atenção", diz em entrevista ao Mundo do Marketing.

A afirmação de Morgado ganha eco nas opiniões de Heloísa Omine, presidente do POPAI Brasil, e de Regina Blessa, autora do livro Merchandising no Ponto de Venda (Editora Atlas). "O PDV virou mídia. É um excelente veículo e há empresas que não fazem mídia tradicional", aponta Regina. "Significa dizer que, dentro da comunicação integrada, o merchandising é um dos principais veículos de comunicação de marketing", completa Heloísa.

Ferramenta estratégica
Segundo as especialistas, é no ponto de venda - um espaço tridimensional - que as promessas feitas pela comunicação se concretizam. E é o merchandising que vai chamar atenção do consumidor que, sem ter uma lista de compras na mão, vai andar pela loja inteira atrás de um produto. "O brasileiro compra de forma emocional. Por isso, o que tiver bem exposto vai levar a preferência do consumidor", explica Regina Blessa (foto) ao site. Para ela, ter uma equipe cuidando do ponto de venda, vendo se não está faltando o produto, se estão bem expostos e bons materiais de divulgação é o começo para uma estratégia de merchandising.

Conforme Heloísa Omine, a estratégia passa a ganhar lugar de destaque nas ações de ponto de venda. "As empresas devem deixar de pensar o merchandising como uma ferramenta operacional para olhá-la do prisma da estratégica, gerando processos, implementando novos formatos e mensurando o retorno dos investimentos", explica Heloísa, adicionando que o pensamento estratégico é o melhor caminho para construção e consolidação de marca, já que com outros instrumentos, a coisa está ficando cada dia mais feia.

Seminário na FGV
Para discutir as ações de merchandising, a FGV realizou o seminário Visual + Merchandising: loja e fornecedores integradas. George Homer, da GH & Associados, falará sobre as tendências e novidades em Visual merchandising e o caso da grife Clube Chocolate será debatido por Guita Madeira e Isabela Miraglia.

Sobre a integração do varejo e da indústria quem fala é Heloisa Omine, do POPAI Brasil. Já Regina Blessa, da Only Merchandising, explicará o merchandising na prática e Antonio Monteiro explicará o caso de sucesso da Pepsico do Brasil.

Acesse
Seminário Visual + Merchandising
Popai Brasil

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