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Mobile Marketing será imperativo em 2017

Adesão de novas tecnologias, como realidade aumentada e internet das coisas está vinculada ao canal. Chatbots ganharão mais atenção e utilização neste ano

Por | 10/01/2017

priscilla@mundodomarketing.com.br

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André Micelli, coordenador do MBA em Marketing Digital da FGVO ano de 2016 consolidou o mobile e desafiou as empresas a repensarem suas atuações em um mundo com número crescente de novas interfaces de conexão a web. Alguns cases com uso de internet das coisas e realidade aumentada foram vistos, mas nada que gerasse tanto impacto no consumo brasileiro. O motivo foi o cenário econômico de incertezas e o baixo incentivo dos órgãos governamentais nas novas tecnologias. O ano de 2017, no entanto, traz o amadurecimento das marcas em torno de estratégias para esse canal.

É inegável a força que os smartphones e tablets trazem ao mercado. O valor gasto em m-commerce subiu de R$ 13,2 bilhões em 2014 para R$ 27,3 bilhões em 2015, de acordo com pesquisa feita pela Sociomantic sobre o mercado mobile no Brasil. A penetração desses aparelhos no país chegou a 90% em 2015, tendo 67% dos usuários feito alguma compra pelo dispositivo. Na contramão desses números aparece os investimentos das companhias: 50% dos e-commerces no Brasil não possuem um aplicativo exclusivo e 15% são destinadas à instalação de APPs, contra 85% investidos em campanhas de engajamento.

Esses dados mostram o porquê da categoria não ter deslanchado em 2016. Com temas relacionados à IoT e mobilidade em alta, os gestores caminham para que em 2017 todas as ações se voltem ao mobile. "Ainda há muito o que fazer nessa área, ainda mais porque é nela que se concentra o estopim para que outras tecnologias se desenvolvam no país e melhore o relacionamento com o cliente", conta André Miceli, coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Interação
Por estarem mais tempos conectados, os brasileiros estão mais exigentes em relação ao diálogo com as marcas. A agilidade no retorno ao consumidor é algo que já vem sendo trabalhado e deve ganhar mais destaque neste ano com o uso de chatbots. "Apesar de ser um tema já conhecido de quem atua no comércio eletrônico, esse recurso será mais utilizado efetivamente como canal de comunicação. Essa interação automatizada que mimetiza uma conversa ajuda a poupar tempo e investimento em equipe", conta André.

É por meio do celular também que as pessoas estão buscando se informar mais sobre um produto. As redes sociais tornaram-se grandes vitrines de experiências que promoveram influenciadores digitais ao status de garotos-propaganda da vida real. A utilização deles nas ações continuará a ser vista, até porque o resultado vem agradando as marcas. A diferença para este ano está em aproveitar os múltiplos recursos das plataformas e a integração com as novas tecnologias.

A TV, por exemplo, já vem se tornando um meio de acesso para canais de Youtube e buscas na internet. A tendência é o aparelho se adaptar às redes sociais e gerar interação por meio dela. "O que você faz quando corre, o tênis monitora e transforma em dados por meio de Big Data. Na sequência, ele trata o direcionamento melhor para você em remarketing e aponta uma ação feita com o influenciador voltado ao seu perfil. Ou ainda, você passa a receber alertas quando passar por uma loja que tenha o item indicado para você. Parece futurista, mas é real. Já existe em outros países", conta André.

Vídeos reais
A integração do mobile com todas as novas tecnologias surge a partir do momento em que os wearables chegam com maior força ao Brasil e mudarão toda a maneira de se pensar Marketing. O digital incidirá sobre a ferramenta que tende a diminuir a diferença entre o on-line e o real. Essa característica, inclusive, é uma das tendências para este ano. Se em 2016 o Snapchat caiu nas graças por ser algo livre, sem métricas e grandes produções, esse caminho será seguido em outras plataformas, como já foi feito pelo Instagram ao criar o Stories.

Estar ao vivo e mostrar a realidade é cada vez mais forte no mundo digital. Os jovens da geração Z buscam cada vez mais conteúdo de entretenimento e informação que possuam linguagem leve e trivial. Não por menos o Youtube é uma das redes sociais que mais crescem, uma vez que une dois comportamentos em alta: a vida real e os vídeos.

As marcas precisam se atentar a trabalhar no digital pensando como consumidor e o que gostaria de ver. "O Facebook Live e os anúncios verticais de vídeo são sinais de que o novo formato agrada. Neste sentido, as marcas devem trabalhar as suas capacidades desse recurso e preparar-se para um ano em que os brasileiros estarão cada vez mais atentos e exigentes aos conteúdos publicados", finaliza o especialista.

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