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Beckham, o fenômeno de Marketing

Goleador quando o assunto é marketing, David Beckham tem a missão de popularizar o futebol norte-americano

Por | 19/01/2007

bruno@mundodomarketing.com.br

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Beckham, o fenômeno de Marketing

Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

A transferência do jogador David Beckham para o futebol norte-americano não está restrita às quatro linhas. O pano de fundo tem, e muito, relação com o Marketing, afirmam os especialistas ouvidos pelo site. O futebolista é considerado o maior atleta do mundo no quesito Marketing e, por isso, deixa o Real Madrid para defender o Los Angeles Galaxy, nos Estados Unidos, nesta que é a mais recente e maior estratégia que visa a popularização do futebol naquele país.

Esta não é a primeira vez que um time estadunidense tenta popularizar o esporte com ídolos internacionais. Na década de 1970, ninguém menos que o Rei Pelé e Franz Beckenbauer defenderam as cores do Cosmos. Eles foram duas molas que impulsionaram a criação da liga norte-americana de futebol. Mas o resultado parou por aí. Agora, caberá a Beckham fazer com que o esporte caia no gosto popular e, claro, dos negócios.

A questão é: ele conseguirá? "Não posso afirmar que a estratégia vai dar certo, mas sem dúvida vai trazer receita para o clube e gerar atenção", acredita Rafael Plastina, Diretor de Marketing da Informídia Pesquisas Esportivas. "O Pelé não tocou o coração do americano. Já o Beckham tem um apelo midiático muito forte", ressalta Bruno Guerra, Gerente da Movin Esporte & Entretenimento. "O momento é outro. Naquela época as pessoas não tinham tantas possibilidades para se informar e conhecer a importância do Pelé", completa.

Tem estratégia?
Por mais que seja uma celebridade, casado com a ex-Spice Girl Victoria e que esteja sempre na mídia difundindo seu lado metrossexual, tudo que acontece na vida do astro do futebol é meticulosamente planejado. "A ida dele para o L.A é estratégica", afirma Carlos Moreira, Diretor da TopSports. "Hoje o esporte é profissionalizado e há muitos empresários e mentes por trás dos jogadores. Nada acontece por acaso", adverte.

Dos US$ 250 milhões que vai receber para defender o time de Los Angeles por cinco anos, muito deste valor é creditado ao seu sucesso como garoto propaganda. Mesmo assim, ninguém duvida de sua habilidade com a bola. "O fato dele ser um fenômeno de marketing maior do que no futebol chama atenção, mas não quer dizer que ele não seja um bom jogador. Se não fosse não estaria na Seleção da Inglaterra", diz Moreira.


O site do jogador já faz campanha

Mas é inegável que Beckham bata um bolão fora de campo. Um atleta como ele tem o poder de atrair a atenção do público e difundir o esporte. "Fizemos um estudo quando o Romário estava no Fluminense e 45% de tudo que saia na mídia sobre o clube envolvia a figura dele", informa Rafael Plastina, da Informídia Pesquisas Esportivas. 

Para os Estados Unidos, isso significa ter um atleta que fará as vezes de embaixador do futebol não só em terras norte-americanas, mas principalmente na Ásia. A idéia é fazer dele um grande ídolo para que os adolescente que já jogam futebol até a escola secundária levem essa paixão adiante. "É este o caminho porque todo ídolo é copiado", aponta Bruno Guerra, da Movin Esporte & Entretenimento.

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