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7 lições de Marketing de influência que as marcas aprenderam com a pandemia

Isabela Soller explica algumas lições sobre atuar com influenciadores nesse momento

Por Redação - 05/11/2021

O ano de 2020 deixou claro a relevância e a credibilidade que os influenciadores digitais passaram a ter, tanto para marcas como para consumidores. Esse é um dos mercados que mais cresce e impacta o hábito de compra de muitos brasileiros. Por isso, é necessário falar sobre o uso assertivo dessa ferramenta nas estratégias de Comunicação e Publicidade, independentemente do tamanho e segmento do negócio.

A premissa de que “pessoas se conectam com pessoas” nunca fez tanto sentido e, poderia até, ser considerada sinônimo do significado de Marketing de influência atualmente. Mais do que nunca, os consumidores querem se ver representados e essa pode ser a virada de chave de sua estratégia, e o ponto de conexão com a comunidade. O uso dessa estratégia é um caminho sem volta e já provou que traz resultados efetivos.

A pandemia deixou algumas lições sobre trabalhar com influenciadores. Isabela Soller, fundadora da agência Soller, apresentou exclusivamente ao Mundo do Marketing uma lista com as sete lições mais aprendidas sobre Marketing de influência durante o período de pandemia da Covid-19 e as mudanças visíveis dessa fase na rotina.

Veja abaixo:

1. É possível humanizar sua marca!

Muitas marcas não utilizavam “pessoas reais“ para representá-las, então, com a pandemia, houve a necessidade de migrar do Marketing tradicional para o Marketing de influência e, portanto, as marcas se viram obrigadas a contratar uma diversidade de pessoas para falar em seu nome, assim, humanizando sua marca.

2. É possível criar veracidade em tempo real, dos acontecimentos no mundo concreto para o mundo digital.

O Marketing de influência é um marketing muito instantâneo, na pandemia, a história que os criadores de conteúdo contavam estavam sempre relacionadas ao momento que estavam vivendo. Com isso, o Marketing ficou mais imediatista e atual, através de pessoas “comuns” e consumidores relacionados com a história da sua marca.

3. Conseguimos nos relacionar mesmo à distância.

A pandemia pôde nos ensinar que é possível, mesmo sem convivência pessoal, ter um forte modelo de consumo , que , muitas vezes, é mais alto do que o modelo pessoal.

4. Conseguimos passar nossa mensagem, organicamente, usando tecnologia.

A tecnologia parece nos distanciar, mas com a pandemia ocorreu realmente o contrário, pois o uso de tecnologia ligou vários pontos do mundo de forma instantânea, intensa e também financeiramente ativa.

5. Quanto mais ativo, mais o criador de conteúdo cresce!

A pandemia nos forçou a viver em um mundo digital, mais tecnológico e completamente voltado para as redes sociais. Os produtores de conteúdo perceberam, que quanto mais eles geram esse conteúdo, mais eles trabalham, em consequência, a quantidade de trabalho e marcas era maior. Dessa forma, entenderam que, quanto mais ativo, mais cresce.

6. É necessário ter responsabilidade social para criar conteúdo.

Com a pandemia, vimos uma intensidade maior de cancelamento. As pessoas estavam mais conectadas e vivendo esse mundo digital de forma mais intensa. Os criadores de conteúdo perceberam essa responsabilidade social, e  também que, qualquer tipo de comportamento fora dos parâmetros de responsabilidade já geram cancelamento, atentando-se assim na forma de criação de conteúdo.

7. As marcas dependem de pessoas comuns, que levantem sua bandeira.

Muitas marcas só contratam celebridades e artistas, porém, com a pandemia, eles se viram obrigados a olhar para outras pessoas,  porque todo seu budget foi direcionado para Marketing de influência. Tiveram então que olhar para outras pessoas, pessoas comuns e de repente até perfis diferentes do que já estavam ativando, criando, dessa forma, a sensação de credibilidade.
 

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