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Hands: tecnologia e inovação a serviço do Mobile Marketing

Conheça a empresa que com apenas 18 funcionários lidera o Mobile Marketing brasileiro com pioneirismo e inovação

Por | 02/01/2007

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Hands: tecnologia e inovação a serviço do Mobile Marketing

Por Mariana Oliveira
redacao@mundodomarketing.com.br

O Brasil chegou em 2006 ao número de 100 milhões de celulares. Por fazer parte do cotidiano dos brasileiros, este aparelho se tornou uma ferramenta tecnológica de contato entre marcas e consumidores. Hoje, esta realidade está consolidada e muito disso se deve à Hands, que em 1998 investiu em áreas que se solidificaram no dia a dia dos usuários, como o mobile advertising.

Ela nasceu da Cybertech, uma empresa carioca de informática. Embora fosse um empreendimento essencialmente de tecnologia, a iniciativa dos fundadores Eduardo Costa e Renato Crivano foi levar conteúdo a dispositivos móveis, como os palm tops. No início, eles mesmos faziam a entrada das informações, mas com o tempo, isso mudou e hoje a Hands conta com mais de 150 parceiros, que incluem os maiores grupos de comunicação do país, como Globo, Folha de São Paulo e Abril.

O conceito de internet móvel também foi criado e posteriormente adaptado para dar lugar a uma linguagem própria do meio. "Não gosto muito desse conceito porque ele leva a um entendimento errado do que se pode fazer com um celular hoje. Para gente não é pegar um site da internet e jogar ele aqui", explica César S. César (foto), Diretor de Marketing e Vendas da empresa enquanto aponta seu celular.

A criação de um portal móvel e o relacionamento diferenciado que proporciona serviços aos usuários quando estão longe do PC são alguns dos diferenciais da Hands, mas principalmente a possibilidade de oferecer conteúdo sem custo algum, o que expande o perfil daqueles que acessam e principalmente inova na forma de fazer marketing pelo celular. "Da mesma forma que a gente desbravou o mobile marketing no início, a gente entendeu como trazer um conteúdo de forma patrocinada", garante César.
 
Serviços
A Hands se transformou numa empresa de tecnologia e estratégia operacional que, além de idealizar e adaptar tecnologias, aprendeu a fazer mobile marketing. Uma parte da receita da agência vem de publicidade, mas os serviços em mobile incluem planejamento, execução e pós-venda de projetos envolvendo SMS, sites móveis (wap e palm), ringtones, wallpapers, localização, busca, comparação de preços, M-commerce e redes sociais

Com um perfil prioritariamente de executivos (22% são empresários, 22% gerentes, 17% diretores e 5% presidentes), não foi difícil conquistar grandes patrocinadores e interessados neste público-alvo. Aos poucos, no entanto, César explica que a Hands busca se expandir para o público que é naturalmente da internet. "Do topo da pirâmide até a base dela, nosso foco é trabalhar os serviços. Acredito que venha com o tempo porque é um movimento que parte dos formadores de opinião", conta César.

Os desafios, porém, ainda são muitos. A limitação tecnológica é um problema com o qual se trabalha diariamente, principalmente porque o que se planeja também prevê o que surgirá. Com apenas 18 funcionários, a Hands dá conta da idealização e execução de plataformas e estratégias que não são poucas. Enquanto no computador os browsers não variam entre os mais conhecidos, nos celulares há aproximadamente 40 sistemas operacionais e cerca de 300 navegadores. "A Hands é uma empresa enxuta e rápida. Montamos uma plataforma muito boa e por isso tem tempo de fazer a estratégia", destaca o Diretor de Marketing.

Mobilizar campanhas se transformou numa das especialidades da agência Hands. Entre cases de grandes empresas se destacam campanhas como as do Honda Civic, Mizuno, Peugeot, Windows Server e até o lançamento do Blackberry TIM no Brasil. "Nosso foco hoje é fazer as empresa falarem direto com o consumidor", ressalta César.

Sempre inovação
Quando se fala de tecnologia não se pode estagnar no tempo e, por isso, a inovação é um dos valores que permeia o trabalho da empresa. Novas ferramentas são desenvolvidas freqüentemente e as buscas de produtos através do Buscapé são a mais nova delas. Lançada em dezembro de 2006, ela disponibiliza os 9 milhões de produtos cadastrados no site de busca também pelo celular com as mesmas classificações da internet.

Isto possibilita que o usuário procure o que precisa, identifique os produtos e até efetue a compra através do telefone - a compra via wap ainda está sendo desenvolvida. Outras ferramentas também permitem além da busca, sugerir locais próximos de onde o usuário se encontra (como restaurantes e lojas em que ele possa achar o que procura).

Parece ficção científica, mas o projeto REMIX - Recomendations Engine For Mobile Integrated Experience - idealizado pela Hands e com previsão de total implementação até julho de 2007 prevê uma série de novas ferramentas que podem provocar verdadeiras mudanças no comportamento do consumidor.

Nascido de um brainstorm, o projeto tem como principal objetivo transformar o aparelho de celular num instrumento que ofereça todas as informações que o usuário precisar através de um sistema inteligente. "A idéia é que o celular seja o olho biônico do `Exterminador do Futuro´", se diverte César quando fala empolgado da possibilidade de fotografar um objeto, e a partir desta informação visual, fazer buscas e compras na internet.

Esta situação ainda não é possível, mas não nada impede que em pouco tempo esta tecnologia esteja acessível. O projeto REMIX procura desenvolver a integração de conteúdo numa base de dados que possibilitará ao usuário a experiência de obter serviços altamente personalizados. Seus dados anteriores apontariam um caminho a ser sugerido, seja com links, endereços ou páginas.

César fala das três fases (integração, experiência e recomendação) com um exemplo corriqueiro: se uma pessoa vai a um dado lugar num certo dia da semana de acordo com as condições do tempo, é possível prever o comportamento desta pessoa e sugerir serviços que se encaixem no que ela necessita.

Estas seriam algumas das premissas para mudanças no uso do celular, mas o lado social também é abordado. Uma pessoa poderia acessar livros didáticos falados ou mesmo aulas pelo celular, principalmente porque o número de celulares conectados à internet é muito maior do que o de PCs (30 milhões). "Este é um grande passo para chegar perto daquele robô", diz César. A revolução do Mobile Marketing ainda está engatinhando e a Hands está mais uma vez à frente dela.

Acesse
www.hands.com.br
No celular: wap.hands.com.br

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