O Consumo do Imaginário 10 de abril de 2010

O Consumo do Imaginário

         

Inovação

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<p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><img alt="" align="right" width="200" height="172" src="/images/materias/Blog%20Beth/hstern1.jpg" />Em post anterior falei sobre a <a target="_blank" href="https://mundodomarketing.com.br/gerenciador/fckeditor/editor/fckeditor.html?InstanceName=MyTextarea&Toolbar=Default#_Hlk258694529"><font color="#0000ff">Mackenzie-Childs</font></a>, uma marca que vende o imaginário em forma de objetos decorativos, acessórios para cozinha, tecidos, dentre muitos outros produtos criatvos. </span></p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span>Recentemente, ao ver a coleção lançada pela H.Stern inspirada no filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, confesso que perdi o fôlego. </span><span>É inspirador ver uma marca do segmento premium trafegando em um universo tão arrojado, audacioso e cheio de fronteiras arriscadas como o mundo onírico.</span></p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span> </span></p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><img alt="" align="left" width="200" height="199" src="/images/materias/Blog%20Beth/hstern3.jpg" />Esta inspiração talvez seja a última fronteira antes do kitsch, termo </span><span lang="PT">que é usado para identificar objetos de valor estético distorcido ou exagerado. </span><span lang="PT">Produtos inspirados nas profundezas da imaginação revelam uma atitude independente do que é correto, do que deve ser feito, do que se espera, da mesmice que assombra muitas marcas. </span><span lang="PT">Revelam <span> </span>o estado da arte da liberdade e da autonomia. </span></p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT"><span lang="PT" style="line-height: 115%">Esta estratégia sempre suscita questionamentos internos do tipo: vai vender? Principalmente neste caso, em que as </span><span style="line-height: 115%">peças são vendidas sob encomenda à partir de R$ 10.000,00. </span></span></p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT"><span style="line-height: 115%"><img align="right" width="150" height="170" alt="" src="/images/materias/Blog%20Beth/hstern7.jpg" />Há duas facetas importantes aqui. Uma delas é que vivemos a era da “Cauda Longa”, como ensina o livro do Chris Anderson: o futuro dos negócios é vender cada vez menos de mais. Então há dedos à espera de anéis originais. </span></span><span lang="PT"><span style="line-height: 115%">De outra parte, é uma estratégia de marca que reitera ao mercado um posicionamento, neste caso conceitualmente o produto integra o budget de investimentos em marketing. </span></span></p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoBodyText3" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT"><span style="line-height: 115%">Considerando a perspectiva do consumidor, o</span><span lang="PT" style="line-height: 115%"> desejo pelo original extremo nos faz cruzar a fronteira da realidade que tem se mostrado avassaladora. Viver o imaginário na vida real cria sonhos quando estamos acordados que atenuam os pesadelos do dia a dia</span>.</span></p>


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