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A CVC, fundada por Guilherme Paulus, já adquiriu cinco empresas desde 2015 ? e a ideia é não parar por aí

A CVC Corp é o novo nome da CVC desde o final de 2017 ? a mudança foi por conta de uma mudança estrutural. Agora, a operadora de turismo controla seis unidades distintas de negócios.

Categoria: Economia

Autor: DINO

Data de Publicação: 05/09/2018
DINO

Você, provavelmente, já ouviu falar da CVC, principalmente, nos últimos três anos. Trata-se da operadora e agência de viagens, fundada em 1972, no município de Santo André, em São Paulo, pelo empresário do ramo do turismo Guilherme Paulus ? e comandada, atualmente, pelo fundo norte-americano Carlyle Group. De 2015 em diante, porém, a companhia tomou novos rumos ? incorporou cinco novas empresas e passou a se chamar CVC Corp, tornando-se a maior do setor turístico na América Latina.

O novo nome foi exposto em dezembro de 2017 e representa a junção de seis unidades de negócios ? e não mais empresas. São elas: a operadora CVC, marca com foco em viagens de férias e lazer; a Submarino Viagens, especializada em reservas de viagens on-line, para fins de lazer ou negócios; a Rextur Advance, uma das maiores consolidadoras de bilhetes aéreos do setor, que atua no segmento B2B com viagens corporativas; a Trend, focada em viagens corporativas e de lazer, distribuídas via agências independentes; a Experimento Intercâmbio Cultural, especializada em cursos no exterior e intercâmbio cultural; e a Visual Turismo, que atua no segmento de viagens de lazer, com enfoque em nichos como ecoturismo, viagens de lua de mel, resorts e hospedagens de charme e requinte.

"Deixamos de ser uma empresa que oferece pacotes de férias, passagens aéreas e hospedagem de hotel para nos tornarmos uma fornecedora completa de serviços", ressaltou o presidente da CVC, Luiz Eduardo Falco. Guilherme Paulus, por sua vez ? que possui 7,1% das ações da operadora de turismo, tornando-se, desta forma, o maior acionista individual do negócio, além de integrar o Conselho de Administração da companhia ? enfatizou: "A concorrência nos obrigou a ser mais ágeis, mais inteligentes, mais eficientes (...) Hoje, com a diversificação dos negócios em vários segmentos do turismo, quanto mais concorrência houver, mais esperto a gente vai ficar ".

Paulus também é Chairman do Grupo GJP, que controla a GJP Hotels & Resorts e a GJP Construtora e Incorporadora.

Sem disputa com as lojas físicas

Conforme o que divulgou o portal da Istoé Dinheiro, em artigo sobre as mudanças da CVC, publicado em março, de cada dez clientes que compram um pacote nas lojas de rua ou de shoppings, sete deles iniciam a consulta e a reserva pelo site da empresa. Segundo Falco, é por isso, que não existe sentido em "ficar rivalizando loja física e digital". Para ele, "é tudo uma coisa só".

A operadora fundada por Guilherme Paulus atua em 465 municípios brasileiros, "cobrindo menos de 10% do território nacional", escreveu a Istoé. A ideia do presidente Luiz Eduardo Falco para os próximos cincos anos é abrir 500 novas lojas, e testar novos formatos ? como quiosques em corredores de shoppings e estandes móveis. Ainda, o plano é que 120 das 500 novas lojas sejam inauguradas até o final deste ano.

"Hoje, 60% da receita da CVC é gerada por vendas presenciais em lojas físicas, 30% pelo segmento corporativo e 10% provenientes dos demais canais, incluindo o site. O bom desempenho das lojas é atribuído, principalmente, às categorias tradicionais de viagens, como a de cruzeiros marítimos. Contra a maré da crise, as vendas nessa modalidade na temporada 2017/2018, que termina em março, cresceram 21%, com 124 mil turistas", publicou a Istoé Dinheiro, na época.

Aumento da oferta dos serviços adicionais, e tecnologia

De acordo com o executivo gestor da unidade CVC Lazer, Emerson Belan, quando os serviços adicionais ? como locação de carro, venda de ingressos, seguro-viagem e passeios, que são chamados de "chicletinhos" na empresa ? passaram a ser ofertados de forma mais intensa, o resultado foi um aumento de 40% no valor médio da venda. Eles geraram uma receita adicional de R$ 500 milhões em 2017.

A tecnologia, por sua vez, é um aspecto muito valorizado na CVC ? levando em consideração o cenário mundial atual, não poderia ser diferente. A empresa fundada pelo empresário Guilherme Paulus possui um banco de dados com informações de clientes que cruza hábitos de consumo, bem como gasto médio, preferência de destinos e locais nunca visitados. Isso ajuda a sugerir ao consumidor o melhor pacote de serviços possível. Segundo Belan, "menos de 2% dos brasileiros falam uma segunda língua, 70% entram na loja sem saber para onde quer ir e mais de 90% nunca pisaram fora do Brasil".

Valorização de mercado

De acordo com o portal da Istoé Dinheiro, "desde que abriu o seu capital, em dezembro de 2013, os papéis da CVC valorizaram-se 311,4%. No mesmo período, o índice Ibovespa, o principal da bolsa brasileira, avançou apenas 64,6%. O valor de mercado da operadora de turismo mais do que dobrou no ano passado, quando as ações subiram 107%. Atualmente, a companhia vale R$ 8,1 bilhões - na época do IPO [Initial Public Offering ou Oferta Pública Inicial], seu valor era de R$ 2 bilhões".

O que também contribui para os números positivos é que, conforme a diretora de varejo da consultoria Nielsen, Daniela Toledo, os brasileiros estão, de forma gradual, voltando a comprar itens considerados não essenciais ? como é o caso das viagens.

Próximos passos

"Os desafios se tornaram um grande aprendizado para que hoje pudéssemos comemorar os melhores resultados da história", afirmou Guilherme Paulus. Entretanto, isso não significa que a empresa está satisfeita e vai parar de focar em crescimento.

Conforme o presidente Falco declarou no início do ano, a ideia é seguir adquirindo outras corporações e cobrir novas áreas. "Estamos comprando duas empresas por ano, em média, e seguiremos nesse ritmo", disse ele, que completou ? "ainda não atuamos no mercado de viagens de luxo e no de eventos, além de não estarmos com operações próprias fora do Brasil".



Website: https://www.cvc.com.br/



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