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Felipe Montoro Jens destaca estudo que apresenta visão positiva para o ciclo de aportes de recursos em infraestrutura no Brasil

O índice de aportes de recursos para os próximos anos indicado na pesquisa da consultoria Grant Thornton significa quase o dobro do percentual do PIB investido em infraestrutura entre os anos de 2011 e 2015

Categoria: Negócio

Autor: DINO

Data de Publicação: 07/06/2018
DINO

É possível que o Brasil chegue a suas metas de aportes de R$ 2,1 trilhões em investimentos em infraestrutura nos próximos oito anos. A constatação é de um estudo realizado pela Grant Thornton, uma das cinco maiores empresas globais de auditoria e consultoria de investimentos. Quem apresenta mais informações sobre o assunto é o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Trata-se de um montante que representaria um investimento médio em infraestrutura e energia de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano, considerando um crescimento médio anual da economia de 3,0% ao ano até 2025.
Felipe Montoro Jens salienta que, de acordo com dados do Banco Mundial, o índice de aportes de recursos indicado no estudo da Grant Thornton significaria quase o dobro do percentual do PIB investido em infraestrutura entre os anos de 2011 e 2015. Ainda, os investimentos que estão sendo estimados pela consultoria, baseados em planos do próprio governo, seriam mais de duas vezes o total aplicado no setor de infraestrutura no Brasil de 2001 a 2015 ? que foi de R$ 1 trilhão.

O sócio da área de Transações da Grant Thornton, Paulo Funchal, enfatizou ? "É fundamental que a gente chegue perto desse valor. Apesar de a cifra ser grande, não é infactível, imaginando-se que o Brasil entra em novo ciclo". Caso contrário, as consequências podem ser, até mesmo, o país ter que enfrentar escassez de energia elétrica, acrescentou ele, ainda que não acredite nesta hipótese diante da atual conjuntura.

Entretanto, segundo Funchal, colaboram para os investimentos em infraestrutura questões como a retomada da economia, influenciada pela taxa Selic no menor nível histórico (6,5% ao ano); a inflação sob controle (abaixo de 3,0%); uma adequada gestão do déficit fiscal; bem como o estabelecimento da Taxa de Longo Prazo (TLP).

Nos últimos anos o setor de infraestrutura também tem ganhado, cada vez mais, participação do segmento privado, destaca Felipe Montoro Jens ? com quase 70% do total de investimentos em 2017 ? além de aportes estrangeiros, em especial, da China.

O segmento de óleo e gás

Conforme o estudo da consultoria Grant Thornton, dos R$ 2,1 trilhões de investimentos previstos até 2025, o segmento de óleo e gás responderá por quase 50% do valor total. Em seguida, explica o especialista Felipe Montoro Jens, vem o de energia elétrica, com R$ 361 bilhões; telecomunicações, com R$ 338,7 bilhões; saneamento, com R$ 168,2 bilhões; e, por fim, logística terrestre, com R$ 132,6 bilhões, e portuária, com R$ 51,3 bilhões.

A oportunidade

De acordo com um estudo da companhia de seguros francesa Coface, citado pela Grand Thorton, o Brasil ficou, ano passado, na 114ª posição no mundo em relação aos investimentos em infraestrutura. No entanto, Paulo Funchal parece otimista de que, finalmente, o Brasil deixe de "perder o bonde" de investimentos no setor de infraestrutura, tão importante para quem está entre as dez maiores economias do mundo, sendo também um exportador relevante de commodities. "Para o Brasil não perder esse momento, as condições econômicas nunca foram tão positivas", afirmou o sócio da consultoria Grand Thorton.

Ainda, para Funchal, as chamadas debêntures de infraestrutura, com juros baixos, devem ser cada vez mais importantes para financiar o setor de infraestrutura. Pode-se, com elas, atingir cerca de R$ 15 bilhões em captações já neste ano, reporta Felipe Montoro Jens. "Os juros devem viabilizar as debêntures de infraestrutura. Vai ter migração do poupador que utilizava títulos públicos, ele vai buscar melhor rentabilidade nas debêntures", finalizou Paulo Funchal.



Website: http://www.felipemontorojens.com.br



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