Liquidação de magia 1 de fevereiro de 2010

Liquidação de magia

         

Varejo

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<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"><img alt="" align="middle" width="400" height="229" src="/images/materias/Blog%20Beth/kids_republic3.jpg" /></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><font size="3">Em tempos de megalivrarias é raro encontrar alternativas exclusivamente infantis, como a Kids Republic, uma iniciativa na China da maior editora japonesa. Para envolver crianças no hábito da leitura, a proposta incorporou a imaginação recorrente da literatura infantil, criando um espaço lúdico, multicolorido e cheio de fantasia em todos os aspectos, do layout ao uso dos equipamentos e displays como parquinhos. Completam o cenário espaços inventivos para contar histórias, inclusive de forma eletrônica, por meio de telas espalhadas<o:p></o:p></font></span> <span><font size="3">pela loja.</font></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><font size="3">. <img alt="" align="middle" width="400" height="266" src="/images/materias/Blog%20Beth/kids_republic2.jpg" /></font></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><font size="3">Parece uma obviedade que um espaço infantil seja lúdico e mágico, mas o fato é que falta magia em muitos formatos dirigidos para crianças, lojas de brinquedos, por exemplo. Ao invés de oferecer uma experiência envolvente, muitas disponibilizam apenas estoque ao alcance dos compradores e perdem a oportunidade de encantar pais e filhos. Hoje, estes espaços atraem consumidores ancorados basicamente na magia dos produtos e não na experiência criada pelo espaço. </font></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><font size="3"><img alt="" align="middle" width="400" height="300" src="/images/materias/Blog%20Beth/americangirl.jpg" /></font></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"> </p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt"><span><font size="3">A distribuição de produtos baseia-se muitas vezes em critérios internos e não no processo de compra da categoria, o que dificulta a localização de alternativas e faz com que clientes comprem com a sensação de não ter visto o melhor.  Existem exceções, é claro, mas há uma inadequação entre a magia do produto e a falta dela no espaço cuja finalidade é estimular vendas. Nos Estados Unidos, lojas como American Girl, Build-a-bear Workshop, Build-a-Dino e Friends2bmade reinventaram a experiência da categoria ao criar mundos mágicos e conseguiram fazer frente aos varejistas de desconto. E não foi fácil. Todo o setor apanhava feio dos operadores de desconto e havia uma quebradeira geral. Foi preciso um outro olhar da experiência de compra para reinventar a venda de brinquedos. Afinal,  se for para fazer escolhas destes produtos apenas pelo critério de preço, por que então ir a uma loja especializada? </font></span> <span><font size="3"><o:p></o:p></font></span></p>


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