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5 análises para o mercado de snacks

Chegada da tecnologia na vida dos consumidores impacta setor de petiscos. Entender as mudanças comportamentais e tendências é fundamental para sucesso

  • 5 análises para o mercado de snacks
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Quem achava que snack era sinônimo de comida rápida, com ingredientes de baixa qualidade e pouco nutritivos, precisa rever seus conceitos. Mais que uma prática democratizada, que alcança todas as idades e perfis profissionais, comer snacks é uma solução irreversível para as pessoas não têm mais tempo para parar, sentar e fazer uma refeição completa durante uma jornada de trabalho ou de estudo.

O mercado vem investindo em novos sabores e opções saudáveis para atender uma demanda cada vez mais crescente de pessoas que, apesar da correria do dia a dia, não abrem mão de um lanche rápido. As opções de snacks e os padrões de consumo estão mudando, desafiados por um foco crescente na saúde e, surpreendentemente, na tecnologia. De acordo com Kantar WorldPanel, em 2016, 38% das refeições apresentaram ingredientes especificamente escolhidos por razões de saúde. Antes de sair inovando novas opções, as empresas precisam parar e pensar na realidade do consumidor. A indústria de snacks para ser bem sucedida precisa de uma dose de psicologia.

Uma marca deve saber se as pessoas não comem apenas para satisfazer a fome básica, mas também necessidades emocionais. "As marcas de snack food historicamente posicionaram seus produtos para prever e "estar lá" no momento de uma série de estados emocionais: fadiga, autoindulgência, conforto, tédio e dor. Mas há algo que está mudando. Quando foi a última vez que você se sentou na frente da TV com apenas uma tigela de pipoca em suas mãos? Ou a última vez que afogou suas dores sozinho com um pote de sorvete depois de um dia ruim ou de uma separação? Possivelmente nestes dias você tem preferido se voltar para o seu smartphone. O mesmo acontece nos lares dos consumidores", conta Fernando Takahashi, Head of Innovation & Product Development da Kantar TNS.

O vício em tecnologia agora tende a satisfazer as necessidades psicológicas. Mãos que estão ocupadas mandando mensagens de texto ou jogando não podem alcançar o snack preferido. Os momentos antes gastos no pensamento profundo são interrompidos pelo chamado das mídias sociais. Globalmente, são gastos em média 4,4 horas do tempo livre por dia usando um PC, laptop, tablet ou celular. O entretenimento passivo na TV deu lugar ao envolvimento ativo com múltiplas telas, apresentando um verdadeiro desafio aos fabricantes de snacks. Como eles podem se aprofundar nas necessidades de seus clientes em um contexto tecnológico mais forte e ativo? É hora do setor de snacks repensar os momentos para se envolver mais com uma sociedade preocupada com a saúde.

Veja abaixo cinco análises para aprofundar esse pensamento elaboradas por Fernando Takahashi.

1 - Ultrapasse o obstáculo Leia Mais

2 - Acerte o momento para a inovação do produto Leia Mais

3 - Seja o evento principal Leia Mais

4 - Conecte-se com os momentos do dia-a-dia Leia Mais

5 - Uma nova e ativa era para os snacks Leia Mais



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