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2018: o ano do Marketing de Influência

Resultados de 2017 animaram gestores, que devem aumentar orçamento na estratégia em 39%. Avanço de ferramentas de monitoramento e plataformas próprias refletem amadurecimento

Por | 03/01/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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O poder da comunicação boca a boca ganhou ainda mais força com a chegada das redes sociais e o uso dos influenciadores digitais nas ações. O custo mais baixo nas ações, a relevância por apresentar uma vida real e o respaldo por conhecimento em sua segmentação são algumas das oportunidades que vêm fazendo deles a escolha mais assertiva para empresas. O impacto do Marketing de Influência é tão grande que em 2018, 39% dos profissionais de Marketing planejam aumentar seus orçamentos, segundo o último relatório da Linqia, "The StateofInfluencer Marketing 2018".

A pesquisa mostrou que 86% dos gestores entrevistados ​​usaram esse tipo de estratégia em 2017 e 92% a acharam eficaz. Eles devem dar um incremento de 30%, almejando gastar entre US$ 25 mil e US$ 30mil, e 25% informam que gastarão entre US$ 50 mil e US$ 100 mil por programa em 2018. Apenas 5% planejam uma diminuição no orçamento destinado a esse nicho de Marketing Digital.

Quase a totalidade dos gestores (92%) citam o Instagram como a rede social mais importante para o Marketing de influência em 2018, seguido pelo Facebook (77%). Os blogs aparecem em terceira posição, com 71%, um valor bem maior do que os 48% da pesquisa de 2016.Pouco mais da metade (52%) dos executivos da área (52%) estão planejando programas que alavanquem vários tipos de influenciadores (celebridades, top-tier, blogueiros, micro-influenciadores) como parte de uma estratégia integrada.

Além disso, 44% dos profissionais de Marketing planejam usar conteúdo influenciado para melhorar o desempenho de outros canais digitais e 36% integrarão esse tipo de conteúdo com o comércio eletrônico para impulsionar as vendas de produtos em 2018.

O que esperar?
Os orçamentos continuam a expandir-se para o Marketing de influenciadores, no entanto, mais empresas estão usando essa estratégia em mais plataformas, e muitas vezes é um conteúdo criativo criado pela marca. Para 2018 os profissionais devem testar o conteúdo criado pelo influenciador contra o conteúdo criado pela marca e alterar os orçamentos adequadamente.

Muito questionou-se sobre a verdadeira influência dessas celebridades na internet - alguns possuem apenas números, mas não sabem trabalhar conteúdo e com empresas. Por outro lado, existem aqueles que mesmo com baixo número de seguidores sabem inserir um produto ou serviço de maneira mais orgânica. Esses micro influenciadores ganharão mais força, justamente por casar todas as procuras dos gestores: boa comunicação, alcance e custo mais baixo.

Segundo o relatório da Linqia, deve-se esperar uma maior maturidade dos executivos de Marketing em relação ao modo de trabalhar com esse público, já que muitos começaram a manter seus programas de influenciadores responsáveis ​​por resultados de condução à medida que mudaram para os modelos de preços de custo por clique (CPC) e custo por engajamento (CPE), ficando longe do preço de pagamento por postagem ou "taxa fixa".

Mais tecnologia, mais amadurecimento
As marcas experimentaram uma mudança de confiança, afrouxando as rédeas para aprovação e aumentando a confiança em influenciadores para destacar o produto ou serviço em seus próprios modos, enquanto ainda cumprem as diretrizes da empresa. Os gestores citam o envolvimento (87%), os cliques (59%) e as conversões (54%) como os principais indicadores de desempenho em 2018.

À medida que a indústria amadurece, os executivos mais experientes nessa área estão levando o Marketing de Influência pela condução de métricas de funil mais baixas, além de conscientização e engajamento. Quarenta e seis por cento dos comerciantes estão usando vendas de produtos para determinar o sucesso de um programa, um salto notável se comparado aos 34% no ano anterior.

Por outro lado, 50% dos profissionais de Marketing avaliaram com sucesso as ações de 2017, uma queda de 11% em relação a 2016, o que sinaliza uma mudança para as métricas de nível de superfície que são impossíveis de medir organicamente. O avanço das ferramentas de monitoramento e as ações nas plataformas próprias são o passo inicial para o amadurecimento dessa estratégia, que deixará de ser feita na base da confiança para ser cada vez mais analítica.

Veja também: Influenciadoras Digitais e o Mercado de Beleza no Brasil - realizada pelo Pesquisas.com.br.





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