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12 tendências em Marketing Digital que devem se consolidar em 2015

Mudanças do algoritmo do Facebook, crescente uso dos dispositivos móveis e consumo massivo de imagens, principalmente em formato de vídeo, terão destaque

Por | 12/01/2015

roberta.moraes@mundodomarketing.com.br

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As mudanças do algoritmo do Facebook, o crescente uso dos dispositivos móveis e o consumo massivo das imagens, principalmente em formato de vídeo, ditarão as tendências para o Marketing Digital neste ano. Algumas iniciativas não são novidade, mas sua aplicação deverá ser consolidada em 2015, com o amadurecimento desse mercado que está em constante transformação. A chegada de novas tecnologias deve desenvolver especialmente a publicidade digital, que em 2014 movimentou mais de R$ 7 bilhões.

Com 105 milhões de usuários, a internet no Brasil passou a ocupar a primeira posição no ranking que avalia o tempo gasto online por pessoa, segundo a pesquisa "Brasil Conectado 2014" da Interactive Advertising Bureau (IAB). Ainda de acordo com o levantamento, o brasileiro é o que mais interage nas redes sociais. Com tanta visibilidade, as marcas devem se preparar para aproveitar esse enorme potencial. As mudanças devem impactar a atuação de profissionais de Marketing, assessorias de imprensa, relações públicas e designers.

Se antes as redes sociais eram melhor aproveitadas apenas pelo varejo, que buscava a rápida conversão por cliques, agora outros segmentos enxergam grande potencial para as campanhas de branding. Com as novas ações, os profissionais deverão ficar atentos sobre qual a melhor métrica a ser considerada. "A maioria costumava acompanhar o número de cliques, mas não necessariamente o clique é a mensuração ideal. Existem novas metodologias para que esses profissionais consigam atuar, do mesmo modo que já fazem em relação a outras mídias. Muito mais por impacto do que por reação", diz Cristiane Camargo, Diretora de Operações do IAB, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mudanças no Facebook geram novas tendências
Ao criar novas regras de privacidade, em vigor desde o último dia primeiro, o Facebook alterou mais uma vez a forma de gerar relevância e alcance das postagens. A medida fez com que novas estratégias de engajamento fossem criadas. Mas não são apenas as ações voltadas especificamente para a rede que ganham destaque. Uma das principais apostas é a entrada de anúncios no Instagram (1) no Brasil. A postagem patrocinada já acontece nos Estados Unidos, mas ainda é novidade por aqui. Para criar relevância na rede, que desde 2012 é dominada pelo Facebook, as marcas deverão criar peças exclusivas. No caso dos filmes, eles precisarão respeitar o limite de 15 segundos.

Ainda por conta das alterações feitas pela rede criada por Mark Zuckerberg, os blogs voltarão a ganhar força (2) já que as empresas precisarão contar com um espaço próprio para postar conteúdos relevantes sobre seus produtos e serviços. Com as mudanças, os posts com links serão mais valorizados na rede. As simples postagens diárias no Facebook tendem a dar espaço às campanhas relevantes (3), que terão maior duração no feed. Por conta disso, cada vez mais os profissionais desenvolverão ações especificas para cada rede social.

Com a crise nos veículos de comunicação tradicional, a assessoria de imprensa com foco no digital (4) será um caminho sem volta em 2015. O profissional deverá dirigir as informações não só mais aos jornalistas, mas às comunidades, fóruns e até consumidores influentes no nicho em questão. A tradicional clipagem do centímetro por coluna evoluirá para outras métricas, como o acesso e engajamento da pauta.

Aplicação de recursos mais interativos
O uso de vídeos nas campanhas digitais (5) ganhará ainda mais destaque neste ano. O potencial imersivo e o apelo do audiovisual conseguem impactar cada vez mais o consumidor. Não basta, no entanto, levar as campanhas da TV para a web, é necessário criar ações especificas para o meio digital. "O vídeo é muito mais atrativo do que a publicidade estática. Em outros países como Inglaterra e Estados Unidos, as marcas tiveram um bom aproveitamento em suas campanhas de branding usando o audiovisual", explica Cristiane.

A forte campanha do YouTube realizada no fim do ano passado, com grande investimento off-line, mostra o esforço feito para transformar audiência em dinheiro. A rede já aposta no YouTube Prime Pack (6), um novo meio de segmentar campanhas de vídeo na rede social. Inicialmente foram separados sete nichos - Games, Automóveis, Beleza, Culinária, Família, Top Canais e Humor - com os maiores canais dos gêneros. "É uma maneira de ser cada vez mais assertivo para os usuários que serão impactados pela propaganda", comenta Rafael Terra, Consultor em Marketing Digital e CEO da Fabulosa Ideia, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O uso dos influenciadores visuais (7) continuará sendo importante no ambiente digital. Se antes as marcas queriam estar nos sites e blogs dos formadores de opinião, hoje essas celebridades virtuais são levadas para o cotidiano das marcas. A experiência vira post no Instagram e vídeo no YouTube. A expectativa é de que as empresas, principalmente as de material esportivo, apostem cada vez mais em reality com os seus influenciadores.

Consumidores querem novas experiências
Ainda apostando na força da imagem, as marcas deverão deixar de lado o uso de bancos de imagens para apostar na fotografia real (8). Com força da cultura selfie, os consumidores querem que as marcas se apresentem e postem fotos de seus funcionários e seus espaços. Isso impactará o planejamento das assessorias de imprensa e relações públicas. "Já é tendência no exterior, o internauta renegar os sites que utilizam imagens compradas. Por conta disso, acredito que em 2015 as empresas investirão em imagens reais, mostrando a própria identidade por meio de fotos e vídeos que revelem a realidade da marca", explica Terra.

Ainda por conta da facilidade de entendimento da imagem, mais ágil em relação à decodificação da escrita, as marcas deverão utilizar o texto escaneável (9) para agilizar e facilitar a compreensão do leitor. A falta de tempo e paciência dos usuários em ler textos longos fará com que as postagens contem com ícones, vídeos, infográficos e grafismos que tragam as informações principais.

Depois da onda de reclamações, será a vez de o consumidor elogiar e recomendar. Como são poucos os que destinam seu tempo a falar bem das marcas nas redes sociais, as organizações precisarão prestar mais atenção em sites como o Elogie Aki, pois as indicações sociais (10) estarão em alta. As empresas com e-commerce, principalmente, terão que criar estratégias para seu cliente falar de sua marca para o bem ou para mal. "Mas é preciso buscar esta balança. Do contrário: o histórico será só de reclamações, pois a tendência é elas aumentarem muito em 2015", comenta Terra.

Mais ações para as tecnologias móveis
Os dispositivos móveis ganham cada vez mais força no dia a dia da população e isso tem impacto direto com o consumo. De acordo com a pesquisa do IAB, 31% dos brasileiros ficam conectados até 20 horas por semana, considerando o acesso por meio de smartphones e tablets. O uso de celulares com acesso à internet teve um aumento de 20% em 2014. Por conta desse uso que já superou o de desktops, as empresas deverão ser cada vez mais Mobile Friendly (11), otimizando suas páginas para os gadgets. O selo "Para Mobile", sinalizado nas pesquisas do Google, forçarão às empresas a oferecer uma boa experiência de navegação em dispositivos móveis em 2015 ou não serão acessadas.

O aumento do uso desses dispositivos e aplicativos facilitará a comunicação entre consumidores e empresas. Apesar de algumas companhias já estarem oferecendo o serviço, o uso de SAC por WhatsApp (12) se consolidará neste ano. A Ticket, especializada em cartão refeição, passou a oferecer o serviço de atendimento ao cliente por meio de mensagens instantâneas, sanando dúvidas e recebendo reclamações e sugestões.  "Todo o mercado passará a usar, uma vez que os concorrentes já estão utilizando esta ferramenta", afirma Terra.

As novas tecnologias permitem o desenvolvimento de ações para impactar um grande número de pessoas com um diferencial. "No passado, o mercado tinha muita comunicação one to one. A pessoa do bairro conhecia a família e preferências e, com isso, oferecia produtos específicos, porque tinham conhecimento dos hábitos de consumo. Depois, com a publicidade de massa, o requinte de análise das preferências do indivíduo foi perdido. A tecnologia oferece a possibilidade de trabalhar em larga escala, atingindo um grande volume, mas sem perder o requinte de conhecimento do consumidor. Direcionando as campanhas para quem realmente tem interesse", finaliza Cristiane.

Leia também: 5 passos para investir em Marketing digital. Dicas do Mundo do Marketing Inteligência. Conteúdo exclusivo para assinantes.

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